NEGADOS DANOS MORAIS PARA ATENDENTE DE CLÍNICA MÉDICA
A 3ª turma do TST negou indenização por danos morais a uma atendente de clínica médica. O advogado da empresa havia afirmado, durante audiência, que ela e uma testemunha haviam “mentido descaradamente”. O colegiado entendeu que a declaração ocorreu no exercício do direito de defesa. A discussão envolvia o aproveitamento de uma prova produzida em processo anterior. A trabalhadora considerou que a manifestação ultrapassou os limites profissionais e atingiu sua imagem. A empresa alegou que o advogado apenas questionou a utilização do depoimento, sem intenção de difamá-la. O TRT da 12ª região manteve a decisão de não conceder indenização. Para o tribunal, não ficou demonstrada intenção difamatória nas declarações. O relator no TST, ministro Lelio Bentes Corrêa, destacou que a difamação exige intenção de atingir a honra e a reputação de alguém. Segundo ele, as afirmações estavam diretamente relacionadas à estratégia de defesa da empresa. O ministro também observou que o juiz da audiência não registrou excesso na atuação do advogado. Com esse entendimento, a 3ª turma negou o pedido de indenização por danos morais.
A apresentadora egípcia Sarah Khalifa, de 39 anos, foi condenada à morte por enforcamento por fabricação e tráfico de drogas. Ela e outros 11 envolvidos foram condenados por integrar uma organização criminosa especializada em narcóticos. As autoridades apreenderam mais de 750 kg de drogas e matérias-primas em dois apartamentos usados como laboratórios. Segundo a imprensa local, os acusados também importavam do exterior materiais para produzir drogas sintéticas. Sarah é conhecida pelo programa policial “Missão Impossível”, sobre segurança e crimes. Ela também é dona de uma clínica de cirurgia cosmética e de uma empresa de eventos.
A sentença foi confirmada após consulta ao Grande Mufti do Egito, principal autoridade religiosa do país. Sarah nega as acusações e afirmou que nunca havia visto drogas antes de ser fotografada com elas. Seu advogado anunciou que recorrerá da pena de morte, que ainda não é definitiva. A condenação foi baseada em 20 depoimentos e provas eletrônicas, incluindo gravações e vídeos. Sete réus foram absolvidos, enquanto outros nove receberam penas de prisão perpétua, segundo a BBC. O Egito aplica a pena capital em crimes como homicídio, terrorismo, estupro e tráfico de drogas.
O deputado federal Reginaldo Lopes (PT-MG) voltou a defender mandato de 10 anos para ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). A proposta ressurgiu após a crise envolvendo os ministros André Mendonça e Alexandre de Moraes. O parlamentar também defende paridade de gênero na composição da Corte, com 50% de mulheres e 50% de homens. Segundo Lopes, a ideia é limitar o tempo de permanência dos ministros no STF. Ele ainda não informou se apresentará uma nova proposta ou apoiará texto já existente na Câmara.
Uma PEC precisa de pelo menos 171 assinaturas de deputados para começar a tramitar. A iniciativa ocorre em meio à crise institucional envolvendo integrantes do Supremo. O presidente Lula também passou a defender uma reforma no sistema judiciário. Em discurso, Lula afirmou que autoridades não devem usar cargos públicos em benefício próprio. Reginaldo já havia defendido mandato fixo para ministros do STF em abril deste ano. Na ocasião, ele cogitou apoiar a coleta de assinaturas para uma PEC sobre o tema. A discussão ganhou força após mensagens atribuídas ao banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master.
Uma PEC precisa de pelo menos 171 assinaturas de deputados para começar a tramitar. A iniciativa ocorre em meio à crise institucional envolvendo integrantes do Supremo. O presidente Lula também passou a defender uma reforma no sistema judiciário. Em discurso, Lula afirmou que autoridades não devem usar cargos públicos em benefício próprio. Reginaldo já havia defendido mandato fixo para ministros do STF em abril deste ano. Na ocasião, ele cogitou apoiar a coleta de assinaturas para uma PEC sobre o tema. A discussão ganhou força após mensagens atribuídas ao banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master.
Com sua mochila nas costas, que já é marca registrada nas apresentações, e letras repletas de críticas sociais, o rapper e trapper carioca, Major RD, reuniu centenas de jovens no Palco Favela, neste sábado, 5, no Rock in Rio. O show começou com pouco mais de 15 minutos de atraso e o cantor abriu a apresentação com a faixa "Só Rock", valorizando a participação e a importância do gênero musical para o som que produz na cena do trap brasileiro. Além dessa, ele cantou "60k", "Rimo igual Pac", entre outras. Embora seja considerado rapper e trapper, o artista não deixou de trazer elementos do rock para a sua apresentação. Com banda composta por baixista, guitarrista, baterista e DJ, os solos agudos da guitarra já anunciavam que o rock é tão familiar quanto o próprio estilo originário do artista. Em um momento do show, o cantor pediu aos fãs para acenderem o flash do celular. O cantor arrastou uma multidão de jovens ao som de trap e elementos do rock na noite do metal. A versatilidade de Major RD se mostra em suas composições, que misturam gêneros musicais em músicas brasileiras. Essa riqueza artística faz dele um expoente da cena do trap nacional de sua geração. Mesmo no dia do heavy metal, Major RD não foi insignificante e mostrou que é possível mesclar gêneros musicais tradicionais, como o rock, e populares, como o trap, em um festival da magnitude do Rock in Rio.
Uma tendência viral entre homens da machosfera incentiva a ir a encontros sem banho ou desodorante. Chamada de pheromone-maxxing, a prática busca potencializar o odor natural do corpo. A ideia é que o cheiro acumulado provoque uma atração biológica automática nas mulheres. Em casos extremos, alguns adeptos chegam a usar roupas sujas de propósito. A tendência surgiu dentro do movimento looksmaxxing, focado em melhorar a aparência masculina. O conceito circulou em fóruns incel, migrou para o TikTok e ganhou influenciadores. O movimento está ligado ao ecossistema da machosfera e ao discurso redpill.
A proposta trata o corpo como um projeto que deve ser constantemente otimizado. O pheromone-maxxing seria uma alternativa barata, sem academia ou procedimentos estéticos. Seus defensores recorrem ao argumento científico da existência de feromônios humanos. Porém, após décadas de pesquisas, nenhum feromônio humano foi comprovadamente identificado. Sem higiene, o que se acumula no corpo não são feromônios, mas principalmente bactérias.
A proposta trata o corpo como um projeto que deve ser constantemente otimizado. O pheromone-maxxing seria uma alternativa barata, sem academia ou procedimentos estéticos. Seus defensores recorrem ao argumento científico da existência de feromônios humanos. Porém, após décadas de pesquisas, nenhum feromônio humano foi comprovadamente identificado. Sem higiene, o que se acumula no corpo não são feromônios, mas principalmente bactérias.
Salvador, 6 de setembro de 2026.
Antonio Pessoa Cardoso
Pessoa Cardoso Advogados.
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