Nas redes, Ungaro afirmou conhecer Melania há 20 anos. Disse que a primeira-dama sabia de sua detenção. Alegou que Melania esteve presente em momentos pessoais, como aniversários de seu filho. Também afirmou ter sido injustamente envolvida em acusações. Negou participação em qualquer esquema envolvendo crianças. Acusou Melania de tentar incriminá-la sem sucesso. A assessoria da primeira-dama negou qualquer relação com Ungaro. Disse que Melania não teve contato com o ICE. E que desconhece assuntos pessoais de Zampolli e Ungaro. Segundo o jornal, Trump e Melania eram próximos do ex-casal. Em entrevista a O Globo, Ungaro afirmou ter viajado com Epstein em 2002. Disse que tinha 17 anos na época. Relatou ter visto cerca de 30 meninas jovens no avião. A viagem teria ocorrido com Ghislaine Maxwell presente. Ungaro classificou as jovens como “muito novas”. O relacionamento com Zampolli começou após esse período. Durou quase duas décadas. Hoje, ela o acusa de abuso sexual e violência doméstica. O ex-casal disputa na Justiça a guarda do filho adolescente.
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domingo, 12 de abril de 2026
MINISTROS DO STF ACUSADOS DE LIGAÇÕES COM VORCARO
O caso envolvendo ministros do STF e supostas ligações com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro se intensifica, ampliando o desgaste interno da Corte e ultrapassando o âmbito financeiro do Banco Master. O Congresso ameaça pedidos de impeachment, enquanto o presidente do STF, Edson Fachin, tenta avançar na criação de um código de conduta para os magistrados. A Polícia Federal encontrou mensagens no celular de Vorcaro que citam Dias Toffoli, que deixou a relatoria após o surgimento das conversas. Investigações indicam que um fundo ligado ao banco adquiriu parte de um resort associado a Toffoli e familiares, além de viagem do ministro em jato com advogado do empresário. A pressão política e pública levou ao afastamento de Toffoli para evitar maior desgaste institucional. Também surgiram indícios de contatos entre Vorcaro e Alexandre de Moraes, inclusive no dia da prisão do banqueiro. Mensagens com a influenciadora Martha Graeff sugerem encontro entre o empresário e o ministro. Parte das respostas teria sido enviada com recurso que apaga o conteúdo, restando apenas os registros de Vorcaro. Outro ponto envolve contrato de R$ 129 milhões entre o banco e o escritório da esposa de Moraes, suspenso após a liquidação da instituição. Há ainda relatos de uso de jatos ligados ao empresário por Moraes e sua esposa, o que foi negado pelo ministro. O caso se agrava com vazamentos e novas revelações, aumentando a tensão entre os Poderes.
Diante disso, Fachin defende a criação de um código de conduta, sob relatoria de Cármen Lúcia. A proposta busca estabelecer regras éticas e maior transparência para proteger a imagem do STF. Ainda não há consenso sobre mecanismos de punição ou criação de comissão ética. Fachin afirma que o principal efeito do código seria o “constrangimento” para coibir desvios. O texto também deve abordar temas como remuneração por palestras e divulgação de ganhos. Para o ex-ministro Marco Aurélio Mello, o código deve ir além do formalismo e garantir compromisso real com a Constituição. Ele alerta para o risco de a medida se tornar ineficaz, como uma “lei para inglês ver”. O advogado Ilmar Muniz defende investigação rigorosa e transparência por parte dos ministros. Segundo ele, não pode haver blindagem no Judiciário diante de suspeitas. Muniz critica códigos sem punições efetivas, classificando-os como instrumentos frágeis. Para ele, a legislação já existe, faltando aplicação concreta das normas. O jurista defende sanções claras em caso de irregularidades, incluindo perda de cargo. Ele também aponta falhas no modelo de fiscalização, afirmando que o STF se autofiscaliza. Na avaliação dele, o CNJ não exerce controle direto suficiente sobre a Corte. Mudanças estruturais, segundo Muniz, dependem de ação do Congresso Nacional. O cenário atual combina crise jurídica, política e de reputação no Supremo. As investigações seguem em andamento, mantendo o tema no centro do debate institucional.
MANCHETES DE ALGUNS JORNAIS DE HOJE, 12/04/2026
CORREIO BRAZILIENSE - BRASÍLIA/DF
Caso Master amplia tensão sobre o STF
Vazamentos, suspeitas de ligação com magistrados e reação do Congresso aumentam a tensão na Corte e evidenciam divergências internas
O GLOBO - RIO DE JANEIRO/RJ
Superpotência
Em meio à corrida espacial, China ultrapassa EUA e domina investimentos em ciência e tecnologias
Em 2024, Pequim investiu o equivalente a US$ 1,03 trilhão em pesquisa, enquanto Washington colocou US$ 1,01 trilhãoFOLHA DE SÃO PAULO - SÃO PAULO/SP
Negociações entre EUA e Irã fracassam; futuro do cessar-fogo é incerto
Vice de Trump, J. D. Vance diz que voltará ao seu país sem acordo e tendo feito uma 'oferta final' aos iranianos TV estatal do Irã culpa 'exigências excessivas' dos americanos por falha nas discussões no Paquistão
TRIBUNA DA BAHIA - SALVADOR/BA
Vitória vence São Paulo em casa e se recupera no Brasileirão
Equipes se enfrentaram neste sábado (11), no Barradão, pela 11ª rodada do torneio
CORREIO DO POVO - PORTO ALEGRE/RS
Após Artemis II, Nasa recorre a Musk e Bezos para pousar na Lua
Agência espacial aposta em SpaceX e Blue Origin para levar astronautas à Lua em futuras missões
DIÁRIO DE NOTÍCIAS - LISBOA/PT
Podem as eleições deste domingo ser o fim do “reinado” de 16 anos de Viktor Orbán na Hungria?
sábado, 11 de abril de 2026
RADAR JUDICIAL
ELEIÇÃO NO PERU AMANHÃ: 35 CANDIDATOS
ESPANHA, FRANAÇA E ALEMANHA CONTRA GUERRA DE TRUMP
A crise entre aliados ocidentais se aprofunda no contexto da guerra envolvendo Estados
Unidos, Israel e Irã, com novas tensões surgindo após críticas do premiê britânico Keir Starmer ao ex-presidente Donald Trump. Starmer afirmou estar “farto” do aumento dos custos de energia, responsabilizando tanto Trump quanto Vladimir Putin pelos impactos globais — este último devido à guerra na Ucrânia e às sanções que afetaram o fornecimento energético europeu. O premiê enfrenta forte pressão interna: o custo de energia no Reino Unido já subiu cerca de 10% desde o início do conflito e pode chegar a 40%, enquanto cresce a insatisfação popular com seu governo. Após a repercussão negativa, Starmer tentou amenizar o tom e revelou diálogo recente com Trump, discutindo inclusive “opções militares” diante da tensão no Estreito de Hormuz, região estratégica para o petróleo mundial. A relação com os EUA se deteriorou porque Trump não consultou aliados europeus antes de atacar o Irã e passou a criticá-los por falta de apoio, chegando a chamar a OTAN de “covarde”. O Reino Unido inicialmente recusou o uso de suas bases militares, mas depois cedeu parcialmente. Outros países foram mais firmes: Espanha proibiu uso de bases e espaço aéreo, enquanto França e Alemanha também criticaram a guerra.
Isolado ao lado de Binyamin Netanyahu, Trump chegou a ameaçar deixar a OTAN, o que levou o secretário-geral Mark Rutte a tentar conter a crise em Washington. A aliança, porém, segue dividida: decisões militares exigem unanimidade, e países como a Espanha rejeitam qualquer envolvimento no conflito, alegando que o Oriente Médio está fora da área de atuação da OTAN. Enquanto isso, os mercados de energia permanecem instáveis. O barril de petróleo chegou a US$ 145 no mercado imediato, refletindo o risco contínuo, apesar de uma queda temporária após anúncio de cessar-fogo. O controle do Estreito de Hormuz pelo Irã é um dos principais pontos de tensão. Teerã propõe cobrar pedágios para transporte de petróleo, o que irrita Washington e complica negociações previstas. Além disso, o Irã ameaça não negociar enquanto Israel mantiver ataques ao Hezbollah no Líbano, mostrando que o conflito segue sem solução clara e ampliando divisões no bloco ocidental.
MOTORISTA DA 99 É TRABALHADOR DIGITAL AVULSO, REGIDO PELA CLT
A Justiça do Trabalho em São Paulo decidiu que um motorista da 99 deve ser enquadrado como trabalhador digital avulso, criando uma categoria inédita. A decisão é da 4ª Turma do TRT-2 e foi tomada no início de abril. O entendimento garante acesso a direitos da CLT, como 13º salário, férias e FGTS. A empresa 99 informou que não comenta processos em andamento. Ainda cabe recurso da decisão. A relatora, desembargadora Ivani Bramante, afirmou que não há vínculo CLT tradicional. Também afastou o enquadramento como autônomo pleno. Segundo ela, faltam requisitos típicos de emprego previstos na CLT. Mas as novas formas de trabalho também não se encaixam no modelo autônomo clássico. A magistrada defendeu proteção ao trabalho com base no artigo 7º da Constituição. O objetivo é alcançar novas formas de ocupação digital. Ela comparou o trabalho em plataformas ao modelo de trabalhador avulso. Esse modelo envolve prestação por demanda e intermediação organizacional.
O trabalhador atua sem vínculo fixo, mas integrado à cadeia produtiva. Tradicionalmente, o avulso atua via sindicatos ou entidades gestoras. Isso ocorre em setores como portos e centrais de abastecimento. Mesmo sem empregador único, há direitos equivalentes aos formais. O tribunal entendeu existir dependência econômica da plataforma. Mas reconheceu também certa autonomia do trabalhador. O motorista pode escolher quando trabalhar. Porém, sua renda depende da organização da plataforma. A decisão inclui direito à multa de 40% do FGTS. O caso envolve trabalho realizado entre 2023 e 2024. Na primeira instância, havia sido reconhecido vínculo CLT integral. O TRT-2 reformou esse entendimento. Especialistas veem a decisão como inovação jurídica. Pode haver questionamentos pela ausência de entidade intermediadora. O caso ainda pode chegar ao TST ou ao STF.
MINISTRO DO STJ CONTINUARÁ AFASTADO
O relatório da sindicância interna do STJ concluiu pela abertura de processo disciplinar contra o ministro Marco Buzzi, investigado por suspeitas de importunação sexual. O documento foi enviado aos ministros ontem, 10. A decisão sobre abertura ou arquivamento será tomada na terça (14). Buzzi nega as acusações. Sua defesa afirma que ele não cometeu ato impróprio. Diz ainda confiar no arquivamento após análise das provas. A defesa não respondeu novo contato da reportagem. A comissão recomendou preservar imagens dos corredores do 7º andar. O local abriga o gabinete do ministro. Uma das denúncias é de uma ex-funcionária. O relatório rejeita pedidos de nulidade da defesa. Também sugere manter o afastamento de Buzzi. E recomenda envio do caso ao CNJ. Um magistrado afirmou que há indícios suficientes. Classificou o caso como “vergonha” para o tribunal.
"AS REGRAS DA GUERRA"
Ao analisar conflitos recentes, o jornalista João Paulo Charleaux afirma que ataques sem ameaça iminente e reações desproporcionais violam regras básicas da guerra. A avaliação aparece no livro As Regras da Guerra, lançado pela editora Zahar. A obra apresenta a evolução dessas normas, desde origens religiosas até a criação do Comitê da Cruz Vermelha e as convenções de Haia e Genebra. Um princípio central é que combatentes não podem usar meios ilimitados. É essencial distinguir militares de civis, jornalistas e pessoas fora de combate, como feridos e rendidos. Outro ponto é o direito de ir à guerra. A Carta da ONU proíbe conflitos, com exceções para autodefesa imediata ou autorização do Conselho de Segurança. Fora dessas hipóteses, ações militares são consideradas ilegais e configuram crime de agressão. Segundo o autor, EUA, Israel, Irã e Rússia violaram essas regras em conflitos recentes. No caso da guerra na Ucrânia, ele afirma que a Rússia cometeu agressão ao invadir sem ter sido atacada. O mesmo raciocínio se aplicaria aos EUA no Irã, pois não houve agressão prévia. Já Israel argumenta responder a ataques indiretos de grupos apoiados pelo Irã, dentro de um ciclo de retaliação. Ainda assim, Charleaux considera que não há autodefesa imediata que justifique essas ações.
Ele também critica operações ofensivas em território inimigo e ocupações prolongadas. Para o autor, há extrapolação no uso da força, na duração das ações e na ocupação de áreas. Ataques a hospitais e ambulâncias, mesmo sob alegação de uso militar, exigem cautela e proporcionalidade. Danos humanitários excessivos podem tornar tais ações ilegais. Apesar das violações frequentes, ele defende a importância do direito humanitário internacional. Compara essas normas às leis de trânsito: falhas não justificam sua eliminação, mas seu reforço. Ele destaca a necessidade de ampliar mecanismos de responsabilização. Embora poucos líderes tenham sido condenados, há investigações e mandados em curso no Tribunal Penal Internacional. Charleaux reconhece críticas sobre desequilíbrios no sistema internacional, dominado por potências. Mesmo assim, ressalta que punições não são o único fator de contenção. A opinião pública global também influencia o resultado dos conflitos. Guerras com abusos dificultam conquistar apoio internacional. No caso de Israel, ele aponta um custo moral crescente. Esse desgaste enfraquece vantagens históricas e simbólicas. Segundo o autor, violações dificultam reconciliação pós-guerra. Também prejudicam relações com vizinhos e populações afetadas. Além disso, afetam o chamado “soft power” dos países. Para Charleaux, respeitar as regras é estratégico, não apenas legal. Ignorá-las compromete tanto o presente quanto o futuro após o conflito.
EX-PRESIDENTE CONFIRMA REUNIÃO COM GRUPO VORCARO
O ex-presidente Michel Temer confirmou ter participado de uma reunião, em Brasília, com Ibaneis Rocha, Paulo Henrique Costa e Daniel Vorcaro. Segundo ele, o encontro ocorreu “bem antes da liquidação” do banco. Temer afirmou que atuou como advogado contratado. Disse ter prestado “consultoria e mediação” ao grupo de Vorcaro. A declaração foi dada em entrevista à CNN Brasil. Ele não informou a data exata da reunião. Relatou que Vorcaro chegou depois ao encontro. A versão de Temer diverge parcialmente da de Ibaneis. O ex-governador admitiu encontros com Vorcaro. Mas negou tratar de negociações envolvendo o BRB. Temer confirmou ter recebido honorários do Grupo Master. Disse que foi pago pela assessoria jurídica. Após deixar a política, afirmou viver da advocacia. Documentos do Imposto de Renda do banco vieram à tona. Foram enviados pela Receita à CPI do Crime Organizado. Eles indicam pagamentos elevados a escritórios em 2025. O escritório de Temer recebeu cerca de R$ 10 milhões. Já o da esposa de Alexandre de Moraes recebeu R$ 40,1 milhões. Esse foi o maior valor pago no período.
MANCHETES DE ALGUNS JORNAIS DE HOJE, 11/04/2026
CORREIO BRAZILIENSE - BRASÍLIA/DF
Estados Unidos e Irã colocam as cartas sobre a mesa no Paquistão
Estados Unidos e Irã começam a negociar, em Islamabad, o acordo de cessar-fogo. Teerã exige o fim dos ataques no Líbano e o desbloqueio de ativos. Vice de Trump, J.D. Vance viaja ao Paquistão e adverte o regime teocrático a "não brincar" com Washington
O GLOBO - RIO DE JANEIRO/RJ
Internet mais rápida e novos medicamentos: os legados da missão lunar
Voo dos quatro astronautas deve servir de marco para nova era nas redes de telecomunicações e avanços na medicina
FOLHA DE SÃO PAULO - SÃO PAULO/SP
Sindicância sobre ministro do STJ suspeito de assédio conclui pela abertura de processo disciplinar
OUTRO LADO: Marco Buzzi vem negando que tenha cometido qualquer conduta imprópria Sessão que vai definir andamento ou arquivamento do caso está marcada para terça-feira
TRIBUNA DA BAHIA - SALVADOR/BA
Salvador tem a maior inflação do país em março
Alta de 1,47% é puxada por gasolina e alimentos e coloca capital no topo do ranking nacional
CORREIO DO POVO - PORTO ALEGRE/RS
“Missão perfeita”: Como foi o retorno dos astronautas da Artemis II para Terra
Nasa celebra sucesso da missão de teste ao redor da Lua, meio século após o programa Apollo, com tripulação de volta segura ao Oceano Pacífico
DIÁRIO DE NOTÍCIAS - LISBOA/PT
Polarização e redes sociais explicam aumento dos crimes de ódio
sexta-feira, 10 de abril de 2026
RADAR JUDICIAL
TÉCNICO INDISCIPLINADO É PUNIDO
O técnico do Palmeiras, Abel Ferreira, foi suspenso ontem, 9, pelo STJD por oito partidas após expulsões recentes no Brasileirão. O treinador já cumpriu dois jogos de suspensão automática, restando mais seis a serem cumpridos. Com isso, não estará no banco no clássico contra o Corinthians, domingo (12), em Itaquera. A punição foi definida pela 2ª Comissão Disciplinar por lances contra Fluminense e São Paulo. Contra o Fluminense, Abel foi expulso após o jogo por reclamações à arbitragem. O árbitro Felipe Fernandes de Lima relatou atitude ríspida e gestos irônicos. Ele teria se dirigido de forma inadequada à assistente Fernanda Gomes Antunes e ao quarto árbitro Luis Tisne. Já contra o São Paulo, foi expulso por Anderson Daronco após ofensas. O técnico foi denunciado com base no artigo 258 do CBJD. A regra trata de conduta contrária à ética desportiva. A decisão ainda cabe recurso por parte do Palmeiras. O clube considera a punição desproporcional.
LOCAIS SAGRADOS EM JERUSALÉM SÃO REABERTOS
Os principais locais sagrados da Cidade Velha de Jerusalém foram reabertos ontem, 9, após 40 dias fechados por restrições ligadas à guerra no Irã. Entre eles estão a Mesquita de Al-Aqsa, a Igreja do Santo Sepulcro e o Muro das Lamentações. Fiéis muçulmanos, judeus e cristãos voltaram aos espaços, retomando orações coletivas. O fechamento ocorreu no fim de fevereiro, durante a escalada militar no Oriente Médio. A medida gerou críticas de líderes religiosos das três tradições. Na Páscoa, a cidade ficou esvaziada, inclusive na Sexta-Feira Santa. O cardeal Pierbattista Pizzaballa teve acesso inicial negado ao templo cristão, depois liberado. A região abriga locais sagrados do cristianismo, islã e judaísmo em áreas distintas. Apesar da reabertura, o cenário segue incerto após o cessar-fogo. Os EUA mantêm presença militar e ameaçam retomar ações contra o Irã. Teerã critica negociações após novos ataques israelenses no Líbano. Persistem divergências sobre o programa nuclear e as condições de paz.
DEPUTADO É CONDENADO POR OFENSAS SEXUALIZADAS
A Justiça do Distrito Federal condenou o deputado Gustavo Gayer por ofensas à ex-ministra Gleisi Hoffmann e ao deputado Lindbergh Farias. A decisão foi unânime e ocorreu na quarta-feira (8), após recurso. Em 2025, Gayer fez postagens no X com falas consideradas ofensivas e sexualizadas. Ele comparou Gleisi a uma garota de programa e insinuou um “trisal”. A publicação foi apagada depois da repercussão. Inicialmente, a Justiça havia entendido que se tratava de imunidade parlamentar. Mas o Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios reformou a decisão. O tribunal determinou indenização de R$ 10 mil para cada um dos ofendidos. Também ordenou retratação pública nas redes sociais em até dez dias. O relator afirmou que houve misoginia e ataque à vida privada. Segundo ele, as falas não tinham conteúdo político legítimo. Gleisi e Lindbergh comemoraram a decisão e defenderam a criminalização da misoginia.
TED SOBRE RELAÇÃO ENTRE ADVOGADOS E AGENTES PÚBLICOS
O partido do presidente Donald Trump bloqueou nesta quinta-feira (9) o debate no Congresso sobre um projeto que limita o poder presidencial de envolver os EUA em guerras. Mesmo durante o recesso, deputados retornaram a Washington para tentar aprovar a medida por consentimento unânime. A sessão foi encerrada rapidamente pelo republicano Chris Smith, sem conceder fala ao democrata Glenn Ivey, gerando protestos. Democratas reagiram com gritos de “vergonha” no plenário. Após o cessar-fogo na guerra com o Irã, a oposição cobra o fim definitivo do conflito. Parlamentares classificam a condução do governo como perigosa e não autorizada. Eles afirmam que o Congresso foi ignorado, apesar de ter prerrogativa constitucional sobre guerra. A liderança da Câmara, sob Mike Johnson, é acusada de evitar votações. Críticos dizem que a guerra falhou em conter avanços nucleares do Irã. Também defendem uma solução diplomática e criticam o abandono de acordos anteriores. Há reprovação à retórica de Trump, incluindo ameaças consideradas ilegais. Além disso, apontam custos humanos e financeiros elevados, enquanto problemas internos seguem sem solução.
Salvador, 10 de abril de 2026.