Relatos da imprensa americana indicam que Trump rompeu relações com Epstein em 2007, após comportamento inadequado do financista com uma adolescente em Mar-a-Lago. Trump nega envolvimento nos crimes e afirma ter se afastado antes das acusações públicas. A mostra também dedica um espaço às vítimas, com velas e painéis para depoimentos dos visitantes. Garrett critica o Departamento de Justiça por divulgar documentos sem proteger adequadamente nomes de vítimas, enquanto teria preservado identidades de possíveis cúmplices. Por isso, o acesso integral aos arquivos é restrito a jornalistas, congressistas e advogados das vítimas. Para os organizadores, a falta de transparência ameaça a democracia americana. A exposição fica em Nova York até 21 de maio e depois deve seguir para cidades como Washington.
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quarta-feira, 20 de maio de 2026
MOSTRA DESTACA RELAÇÃO ENTRE TRUMP E EPSTEIN
DESEMPREGO AUMENTA NOS EUA
O governo Trump defende que deportações em massa aumentariam empregos e salários para americanos. Porém, um estudo do National Bureau of Economic Research contestou essa ideia. Segundo a pesquisa, o aumento das deportações entre janeiro e outubro de 2025 reduziu empregos tanto para imigrantes quanto para trabalhadores nascidos nos EUA, sem elevar salários. A construção civil foi o setor mais afetado, devido à forte dependência de mão de obra imigrante. O emprego caiu 7,5% entre trabalhadores sem status legal e 3% entre americanos sem diploma universitário. Para cada prisão, seis trabalhadores americanos perderam o emprego. Os pesquisadores analisaram agricultura, construção, manufatura e atacado, todos dependentes de trabalhadores imigrantes. Houve queda de 5% no emprego de homens sem status legal e de 1,3% entre homens americanos sem diploma universitário. Segundo a economista Chloe East, empresas preferiram reduzir obras e produção em vez de aumentar salários para atrair americanos. Estudos anteriores também indicam que maior fiscalização imigratória reduz a construção de moradias e aumenta preços imobiliários.
Embora Trump tenha afirmado que a construção civil criou milhares de empregos, o setor desacelerou. Licenças para novas moradias caíram 7,4% em março de 2026, e o emprego na construção residencial recuou 1,5% em abril. Empresários relatam dificuldades para contratar trabalhadores qualificados. Muitos imigrantes deixaram o país ou evitaram trabalhar por medo de ações do ICE. Algumas empresas enfrentaram atrasos, aumento de custos e até risco de falência. Por outro lado, alguns empreiteiros acreditam que as deportações podem reduzir concorrência informal e beneficiar empresas regulamentadas. Ainda assim, muitos afirmam que faltam trabalhadores americanos dispostos ou preparados para ocupar essas vagas.
TENTATIVA DE GOLPE NA BOLÍVIA
O subsecretário de Estado dos EUA, Christopher Landau, denunciou uma “tentativa de golpe de Estado” na Bolívia, atribuída à aliança entre política e crime organizado na América Latina. Segundo ele, não é aceitável que Rodrigo Paz, eleito há menos de um ano, enfrente protestos violentos nas ruas de La Paz. Com seis meses no poder, Paz vive a pior crise de seu governo e acusa aliados do ex-presidente Evo Morales de estimular a convulsão social. Na segunda-feira (18/5), manifestantes armados com explosivos, paus e pedras invadiram a Plaza de Armas, onde fica o Palácio Quemado, exigindo a renúncia do presidente. O governo mobilizou 2.500 policiais e anunciou denúncia à OEA por suposto atentado à democracia. A Bolívia enfrenta a mais grave crise econômica em quatro décadas.
O Ministério Público abriu investigação por tentativa de homicídio, destruição de bens públicos, roubo agravado e instigação à delinquência. Das 130 pessoas detidas, 29 seguem presas. Evo Morales, foragido, teve renovado o mandado de prisão por suposto envolvimento com uma menor de 15 anos. O cientista político Marcelo Arequipa afirmou que a Bolívia começa a viver uma “crise de Estado”, marcada pela incapacidade das forças de segurança de controlar a violência. Segundo ele, o governo fortalece politicamente Evo Morales ao atribuir a ele a liderança de protestos organizados também por setores independentes. Arequipa alertou ainda para o risco crescente de expansão dos bloqueios para outras regiões do país, aumentando a possibilidade de vigilância generalizada ou até guerra civil.
MANCHETES DE ALGUNS JORNAIS DE HOJE, 20/05/2026
CORREIO BRAZILIENSE - BRASÍLIA/DF
Caso Master: encontro com Vorcaro amplia desgaste de Flávio Bolsonaro
Pré-candidato à Presidência admite visita ao banqueiro após primeira prisão dele, mas alega que intenção foi romper com o empresário. Ex-aliados apontam "narrativa", e pesquisa mostra queda do senador nas intenções de voto. Em Brasília, parlamentar é ovacionado
O GLOBO - RIO DE JANEIRO/RJ
Cúpula do PL vê prazo de 15 dias para avaliar viabilidade da candidatura de Flávio após conversas com Vorcaro
Desconfiados das versões apresentadas pelo senador e com medo de novos fatos, ala do partido já defende a busca por opções ao Planalto
FOLHA DE SÃO PAULO - SÃO PAULO/SP
Investidores estrangeiros retiram R$ 8 bi da Bolsa com incertezas sobre guerra no Irã e inflação
Saldo anual de investidores internacionais segue positivo em R$ 53,9 bilhões em 2026 Otimismo com Ibovespa acima de 190 mil pontos cai de 73% para 66% entre gestores
TRIBUNA DA BAHIA - SALVADOR/BA
Jerônimo anuncia R$ 211 mi para municípios
JERÔNIMO RODRIGUES, pré-candidato à reeleição, afirmou que a composição majoritária do grupo governista já está definida
CORREIO DO POVO - PORTO ALEGRE/RS
CCJ adia análise de propostas que reduzem a maioridade penal para 16 anos
Comissão discutiu propostas que tratam da responsabilização criminal de adolescentes em casos de violência e crimes graves
DIÁRIO DE NOTÍCIAS - LISBOA/PT
Chega, Livre e BE querem desclassificar documentos do terrorismo pós-25 de Abril
terça-feira, 19 de maio de 2026
RADAR JUDICIAL
MÃE TORTURA FILHO E ACORRENTA-O NA CAMA
QUARTO MINISTRO DE ISRAEL COM MANDADO DE PRISÃO
O ministro das Finanças de Israel, Bezalel Smotrich, afirmou ontem, nesta terça (19) ter sido informado sobre um pedido sigiloso de mandado de prisão contra ele no Tribunal Penal Internacional (TPI), em Haia. O político classificou a medida como uma “declaração de guerra”. Smotrich disse ter recebido a informação na segunda (18), mas não revelou a fonte nem quais acusações teriam sido apresentadas. O escritório do procurador do TPI se recusou a comentar o caso, alegando confidencialidade do processo. Segundo o procedimento do tribunal, promotores podem pedir mandados de prisão em segredo, cabendo aos juízes decidir se há indícios razoáveis de crimes. O ministro israelense afirmou que o TPI “não o intimida” e declarou estar disposto a “pagar preços pessoais” para servir a Israel. Também disse que sanções e mandados não obrigarão o país a adotar uma política de “suicídio em segurança”. O episódio amplia a tensão entre Israel e o tribunal. Em novembro de 2024, o TPI emitiu mandados contra o primeiro-ministro Binyamin Netanyahu, o ex-ministro da Defesa Yoav Gallant e o líder do Hamas Ibrahim Al-Masri por supostos crimes de guerra e contra a humanidade ligados ao conflito em Gaza. Smotrich atribuiu as ações judiciais ao apoio da Autoridade Palestina e afirmou que “a Autoridade Palestina começou uma guerra, e terá uma guerra”.
Figura central da extrema direita israelense, ele já sofreu sanções do Reino Unido e de outros países, junto com o ministro Itamar Ben-Gvir, sob acusação de incitar violência contra palestinos na Cisjordânia. O ministro também defende a ocupação permanente de Gaza e a retomada de assentamentos judaicos no território. Nesta terça, anunciou que assinará uma ordem para esvaziar a vila palestina de Khan al-Ahmar, na Cisjordânia. Em 2024, Smotrich chamou Gaza de potencial “mina de ouro” imobiliária e defendeu reduzir pela metade a população palestina do território por meio de “emigração voluntária”. O TPI é a única corte internacional permanente com poder para julgar indivíduos acusados de crimes de guerra, genocídio e crimes contra a humanidade. Apesar disso, depende da cooperação dos países-membros para executar mandados de prisão. Israel não reconhece a jurisdição do tribunal em Gaza, mas os juízes do TPI entendem que a adesão da Palestina à corte, em 2015, permite investigar crimes cometidos em seu território.
AINDA SEM EXPLICAÇÃO ÓVNIs NOS CÉUS DO BRASIL
Pouco depois das 18h de 19 de maio de 1986, o sargento Sergio Mota da Silva, então com 28 anos, controlava a decolagem de um voo da Rio-Sul no aeroporto de São José dos Campos quando avistou uma luz incomum no céu. Ele acionou a torre de Guarulhos e iniciou-se uma série de contatos entre controladores, pilotos civis e militares e a Defesa Aérea sobre objetos voadores não identificados vistos em São Paulo, Rio, Goiás e Minas Gerais. Ao menos 21 óvnis foram relatados, alguns detectados pelos radares do Cindacta e descritos com até 100 metros de diâmetro. O episódio ficou conhecido como “Noite Oficial dos Óvnis” e é considerado único por ufólogos brasileiros. As gravações da época, preservadas no Arquivo Nacional, destacam a voz de Mota relatando luzes intensas e imóveis no céu. Ele descreveu objetos sem luzes de navegação e diferentes de estrelas ou planetas. Durante a noite, Mota alternou momentos de tensão e empolgação ao ouvir relatos de outros controladores. Quarenta anos depois, afirma ainda lembrar detalhes dos avistamentos e da movimentação dos caças da FAB enviados para perseguir os objetos. Cinco aeronaves militares participaram da operação sobre o Vale do Paraíba.
MÚSICOS NA CASA BRANCA
Um grupo se reúne diante de músicos que cantam e tocam violoncelo, violão e violino na Casa Branca. Com mãos erguidas e olhos fechados, participantes entoam louvores em um culto evangélico promovido pelo governo de Donald Trump. Na quinta-feira (1º), Trump, líderes religiosos e membros do governo participaram do Dia Nacional da Oração no Jardim das Rosas. Durante o evento, o presidente assinou um decreto criando a Comissão de Liberdade Religiosa, composta por autoridades, representantes religiosos e especialistas. O cantor gospel Chris Tomlin participou da cerimônia com o louvor “Holy Forever”. O evento reforça a aproximação entre o governo Trump e a base cristã conservadora, fundamental para sua volta ao poder. Em fevereiro, Trump criou a Secretaria para Assuntos da Fé Cristã, ligada ao Conselho de Política Doméstica da Casa Branca. O objetivo é ampliar a participação de instituições religiosas em políticas públicas. Segundo o decreto, organizações religiosas têm capacidade de transformar comunidades de forma que o governo muitas vezes não consegue. A nova comissão deverá aconselhar o governo sobre políticas de liberdade religiosa e propor medidas executivas e legislativas. O texto também acusa governos anteriores de enfraquecerem a liberdade religiosa e perseguirem cristãos pacíficos, enquanto ignoravam ataques anticristãos.
A secretaria será chefiada pela pastora Paula White-Cain, conselheira espiritual de Trump desde o primeiro mandato. Ela defende uma ligação direta entre fé e poder público, especialmente para apoiar igrejas e entidades cristãs em programas federais. Trump afirmou que cristãos sofreram perseguição por expressar suas crenças e prometeu restaurar a liberdade religiosa e a centralidade da fé na vida americana. Outra medida prevê uma força-tarefa para investigar denúncias de hostilidade institucional contra religiosos. A procuradora-geral Pam Bondi coordenará a iniciativa. Líderes cristãos conservadores celebraram as ações como cumprimento de promessas de campanha. O governo também pretende facilitar o acesso de organizações religiosas a verbas federais. Embora seja presbiteriano, Trump aproximou-se fortemente de lideranças evangélicas e pentecostais ao entrar na política. Especialistas, porém, alertam para riscos à separação entre Igreja e Estado, princípio garantido pela Primeira Emenda da Constituição americana. Entidades como os Americanos Unidos pela Separação entre Igreja e Estado criticam a preferência dada a grupos religiosos e alertam para o risco de uso político da fé. Apesar das críticas, a estratégia fortalece a aliança de Trump com a base cristã conservadora, responsável por parcela importante de seus votos em 2024.
ANCELOTTI CONVOCA 26 JOGADORES PARA A COPA 2026
Carlo Ancelotti convocou, ontem, 18, os 26 jogadores da Seleção Brasileira para a Copa do Mundo de 2026. A lista foi anunciada em evento no Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro.
Goleiros: Alisson (Liverpool), Ederson (Fenerbahçe) e Weverton (Grêmio).
Defensores:
Danilo, Gabriel Magalhães, Marquinhos, Wesley, Léo Pereira,
Alex Sandro, Douglas Santos, Bremer e Ibañez.
Meio-campistas:
Casemiro, Fabinho, Paquetá, Bruno Guimarães e Danilo.
Atacantes:
Vini Jr., Raphinha, Matheus Cunha, Gabriel Martinelli,
Endrick, Igor Thiago, Luiz Henrique, Neymar e Rayan.
ESCÂNDALO MASTER PREJUDICA FLÁVIO BOLSONARO
A cinco meses das eleições, a disputa segue indefinida. O escândalo Master abalou a pré-candidatura de Flávio Bolsonaro, principal adversário de Lula. Mesmo com apoio de aliados como Tarcísio de Freitas, o senador tenta preservar sua credibilidade. A negativa inicial e as versões divergentes sobre repasses ao filme Dark Horse aumentaram a desconfiança. A reunião com a cúpula do PL, em Brasília, busca conter os danos políticos. Flávio tornou-se um dos principais atingidos pela Operação Compliance Zero. A investigação mira políticos ligados ao banqueiro Daniel Vorcaro. Antes dele, o senador Ciro Nogueira também entrou na mira da Polícia Federal. A PF apura suspeitas sobre a chamada “emenda Master”. A proposta ampliava a cobertura do Fundo Garantidor de Crédito de R$ 250 mil para R$ 1 milhão. Segundo investigadores, o texto teria sido elaborado pelo próprio Banco Master. Com o avanço das investigações, cresce o desgaste entre políticos ligados ao bolsonarismo e ao Centrão. Governistas passaram a chamar o caso de “BolsoMaster”. As acusações envolvem viagens, festas e vantagens patrocinadas por Vorcaro.
MINISTRO RELATA AMEAÇA DE FUNCIONÁRIA DE EMPRESA AÉREA
O Supremo Tribunal Federal (STF) manifestou apoio ao ministro Flávio Dino após ele relatar ameaça feita por uma funcionária de companhia aérea durante embarque em aeroporto de São Paulo. Em publicação nas redes sociais, Dino afirmou que a funcionária disse inicialmente querer “xingá-lo”, mas depois declarou que “seria melhor matar do que xingar”. Segundo o ministro, a hostilidade estaria ligada à sua atuação no STF. Ele informou que não divulgará o nome da empresa, da funcionária nem a data do episódio, pois o objetivo do relato seria alertar para riscos coletivos. Dino afirmou que manifestações de ódio podem comprometer a segurança em aeroportos, voos e outros serviços, citando até o risco de agressões contra consumidores. O ministro também defendeu campanhas de educação cívica em empresas que lidam com atendimento ao público, especialmente diante da proximidade das eleições de 2026, período em que o clima político tende a se acirrar.
Segundo ele, divergências políticas são legítimas, mas não podem gerar medo ou violência contra clientes e cidadãos. Após o relato, o STF divulgou nota oficial de solidariedade ao ministro e repudiou o ocorrido. No comunicado, a Corte afirmou que “a divergência de ideias, própria da democracia, jamais pode abrir espaço para o ódio, para a violência ou para agressões pessoais”. O tribunal ressaltou ainda que o respeito às instituições, autoridades e pessoas é condição essencial para a convivência republicana. Por fim, o STF defendeu os valores da civilidade, da tolerância e da paz social, afirmando que o Brasil precisa de serenidade, espírito público e compromisso democrático.
MANCHETES DE ALGUNS JORNAIS DE HOJE, 19/05/2026
CORREIO BRAZILIENSE - BRASÍLIA/DF
Corrida contra o tempo para salvar o BRB
Especialistas avaliam que a instituição não deve cumprir o prazo acordado com o Banco Central e a Comissão de Valores Monetários (CVM) para concluir a capitalização e apresentar os balanços financeiros atrasados
O GLOBO - RIO DE JANEIRO/RJ
Cúpula do Centrão vê neutralidade como caminho na eleição após crise do áudio de Flávio Bolsonaro a Vorcaro
Desde que foi escolhido por Jair Bolsonaro para concorrer ao Palácio do Planalto, senador nunca teve o aval das cúpulas das principais siglas do grupo
FOLHA DE SÃO PAULO - SÃO PAULO/SP
Irã avalia abrir Hormuz sem dar passagem para os EUA, diz porta-voz
Protocolo de Teerã prevê tráfego de embarcações, mas países que apoiaram guerra ficariam de fora Irã exige liberação de ativos bloqueados e remoção de sanções unilaterais
TRIBUNA DA BAHIA -SALVADOR/BA
Governo da Bahia prevê crescimento da economia e aposta em grandes obras até 2029
O GOVERNO da Bahia enviou à Assembleia Legislativa a proposta da Lei de Diretrizes Orçamentárias
CORREIO DO POVO - PORTO ALEGRE/RS
Vorcaro é transferido para cela comum na carceragem da PF enquanto aguarda análise de delação
PF alegou ao STF que as condições dadas a Daniel Vorcaro na Superintendência afetavam a rotina administrativa da corporação
DIÁRIO DE NOTÍCIAS - LISBOA/PT