ABATE DE JUMENTOS
A Justiça Federal proibiu, na segunda-feira (13), o abate de jumentos em toda a Bahia. A decisão, assinada pela juíza Arali Maciel Duarte, aponta maus-tratos, falhas sanitárias e risco de extinção da espécie. O tema é debatido desde a década de 2010, quando entidades de proteção animal passaram a questionar a atividade. Apesar de regulamentações feitas pela Adab em 2016 e 2020, a Justiça considerou que havia descumprimento das normas. A decisão também determina a transferência dos animais para santuários de proteção. Em agosto de 2025, o MP-BA já havia alertado para riscos ambientais, sanitários e de maus-tratos. A recomendação questionava projetos de criação e abate no estado por falta de base legal. Antes disso, em novembro, o TRF1 havia suspendido a proibição do abate. A decisão anterior atendeu recurso da União, que defendia a legalidade da prática com fiscalização. Agora, a nova decisão volta a vetar a atividade em todo o estado.
MÃE MATA FILHA E É PRESA 45 ANOS DEPOIS
Nancy Jean Trottier, de 65 anos, foi presa por um crime cometido há 45 anos. A norte-americana, do Arizona, é acusada de matar a própria filha recém-nascida em 1981. O bebê foi encontrado morto no campus da universidade onde ela estudava. O corpo estava em um saco plástico, com o cordão umbilical ainda preso. Na época, a autópsia indicou que a criança nasceu com vida. Os traumas apontavam para morte por asfixia aguda. Décadas depois, avanços tecnológicos permitiram a identificação por DNA. O corpo foi exumado em 2019 para novos testes. Os exames ligaram Nancy e o marido à criança. Em 2021, ela disse não ter certeza se cometeu o crime. Mesmo assim, forneceu material genético para análise. Agora, responde por homicídio qualificado e pode pegar prisão perpétua.
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