O número de mortos nos protestos no Irã chegou a 192 neste domingo (11), segundo a ONG Iran Human Rights, com sede na Noruega. As manifestações contra o regime do aiatolá Ali Khamenei duram quase duas semanas e denunciam violência policial. A ONG afirma que o total real pode ser maior, pois cortes prolongados de internet dificultam a verificação. O chefe da polícia, Ahmad-Reza Radan, disse que o confronto com manifestantes se intensificou. O presidente Masoud Pezeshkian pediu que a população se afaste do que chamou de “terroristas e badernistas”, afirmou estar aberto ao diálogo e acusou EUA e Israel de promoverem caos no país. A Guarda Revolucionária declarou que a segurança nacional é um ponto inegociável para o regime. O governo iraniano também ameaçou retaliar Israel e bases militares dos EUA no Oriente Médio caso o país sofra um ataque norte-americano.A ameaça veio após o presidente dos EUA, Donald Trump, afirmar que pode intervir se manifestantes pacíficos forem mortos. Trump disse que o Irã “busca liberdade” e avalia opções para apoiar os protestos. Khamenei afirmou que não vai recuar e chamou os manifestantes de vândalos e sabotadores. Autoridades iranianas dizem que o país está “em guerra” e acusam os EUA de incitar os protestos, o que Washington nega.
PORTE DE ARMA PARA MÉDICOS E PROFESSORES
HOMEM, ACUSADO DE CENTENAS DE CRIMES


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