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terça-feira, 3 de novembro de 2026

LATINOS AFASTAM DE TRUMP


O eleitorado latino dos Estados Unidos está se afastando de Donald Trump e pode ser decisivo nas eleições de meio de mandato desta terça-feira. Pesquisas indicam uma possível vitória dos democratas, impulsionada pelo retorno desses eleitores à oposição. Em 2024, Liberty Martinez, de 23 anos, votou nos republicanos por considerá-los menos elitistas. Agora, afirma que não pretende repetir a escolha. Entre os motivos estão o aumento do custo de vida, os combustíveis caros e as ações violentas da Polícia de Imigração (ICE). Em San Antonio, no Texas, onde 65% da população é latina, moradores também criticam a falta de investimentos na educação pública e os efeitos da crise econômica sobre o comércio e a construção civil. Segundo levantamento compilado pelo New York Times, a vantagem democrata entre os hispânicos triplicou em dois anos, alcançando 30 pontos percentuais. No Texas, os latinos representam pela primeira vez um quarto do eleitorado e triplicaram sua presença nas urnas. A possibilidade de eleger Gina Hinojosa como primeira governadora latina do estado e James Talarico para o Senado fortalece a mobilização democrata. 

Pesquisas apontam apoio de 70% dos eleitores latinos aos dois candidatos. Talarico aparece à frente do republicano Ken Paxton por 50% a 43%. Especialistas atribuem a mudança à insatisfação com as políticas econômicas e migratórias de Trump. A perseguição a trabalhadores sem antecedentes criminais, inclusive cidadãos americanos, aumentou a rejeição ao governo. O professor William Lopez, da Universidade de Michigan, avalia que a quebra de promessas econômicas e migratórias pode provocar um realinhamento político duradouro. Em San Antonio, eleitores como Melinda Muñoz afirmam que Trump perdeu a confiança dos latinos por causa da economia, das ações do ICE e das dificuldades na educação pública. Os democratas não vencem uma eleição para governador do Texas desde 1990 nem elegem um senador pelo estado há 38 anos. A votação atual poderá representar uma mudança histórica e influenciar a disputa presidencial de 2028. 

RUSSOS ATACAM ESCOLA E MATAM 31 PESSOAS NA UCRÂNIA


Um ataque russo contra uma escola que distribuía ajuda humanitária no sul da Ucrânia deixou 31 mortos e pelo menos 50 desaparecidos. O bombardeio ocorreu na segunda-feira (2), na vila de Komyushuvakha, região de Zaporizhzhia. Nesta terça-feira (3), equipes de resgate e voluntários continuam as buscas entre os escombros, na tentativa de encontrar sobreviventes. O local também funcionava como abrigo para civis. Segundo Mykhailo Semikin, chefe interino da administração militar regional, a tragédia está entre as piores em número de vítimas civis desde o início da guerra. O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, condenou o ataque e afirmou que a escola foi atingida várias vezes por bombas russas. Segundo ele, após o primeiro bombardeio, outros nove explosivos atingiram o abrigo onde pessoas haviam procurado proteção. Zelensky acusou Moscou de priorizar a morte de civis, em vez de permitir a continuidade das operações humanitárias. Entre os mortos estão quatro policiais e dois integrantes das equipes de resgate. Pelo menos cinco pessoas ficaram feridas. As autoridades ucranianas afirmaram que a Rússia utilizou bombas capazes de perfurar bunkers, carregadas com quase 1,5 tonelada de explosivos. A região decretou três dias de luto.

Ataques atingem hospitais e energia. Além de Zaporizhzhia, a Rússia lançou durante a noite 289 drones, 17 mísseis balísticos e 59 mísseis de cruzeiro contra nove regiões ucranianas, segundo Zelensky. A ofensiva provocou cortes emergenciais de energia, danificou hospitais e deixou dezenas de feridos. Na região de Kharkiv, pelo menos 62 pessoas ficaram feridas em ataques combinados de mísseis e drones. Uma unidade de saúde e quatro prédios residenciais foram danificados. Mais de 200 pacientes precisaram ser transferidos para outros hospitais. Na região de Dnipro, uma pessoa morreu e outras 17 ficaram feridas. Uma clínica e um hospital também foram atingidos.  O Ministério da Defesa russo afirmou ter derrubado 856 drones ucranianos durante a noite. Segundo o prefeito de Moscou, 493 aparelhos foram lançados em direção à capital. Na cidade de Yaroslavl, drones ucranianos atingiram uma refinaria de petróleo, ferindo dois funcionários e danificando instalações. Na Crimeia, território ocupado pela Rússia, ataques à infraestrutura energética provocaram cortes de eletricidade nas regiões sul, oeste e leste.

 

TRUMP PODE SER AFASTADO DO CARGO

Andrew Johnson, Bill Clinton e Donald Trump: presidentes dos EUA que já sofreram impeachment 
Os eleitores americanos vão às urnas nesta terça-feira (3) para renovar toda a Câmara dos Representantes e um terço do Senado. A eleição é decisiva para Donald Trump, que corre o risco de perder o controle do Congresso. Pesquisas indicam que o Partido Democrata pode conquistar a maioria na Câmara e tem chances de vencer também no Senado. Com isso, surge a possibilidade de um terceiro processo de impeachment contra Trump. Durante seu primeiro mandato, o republicano enfrentou dois processos, mas foi absolvido pelo Senado em ambos. Segundo analistas ouvidos pelo g1, uma Câmara controlada pelos democratas poderia aprovar novas acusações contra o presidente. Entretanto, seu afastamento é considerado altamente improvável. A colunista Sandra Cohen avalia que um terceiro impeachment não está descartado, mas seria precipitado. Isso porque a condenação depende de dois terços dos votos do Senado. O cientista político Carlos Gustavo Poggio, professor do Berea College, explica que a maioria simples não é suficiente para retirar um presidente do cargo. São necessários 67 votos entre os 100 senadores, exigência que torna a condenação extremamente difícil. Para Poggio, somente uma crise profunda e uma forte queda na popularidade de Trump poderiam criar condições para seu afastamento. Ainda assim, considera esse cenário distante. O professor Maurício Santoro, da Uerj, compartilha dessa avaliação. Segundo ele, os democratas precisariam conquistar o apoio de uma parcela significativa dos republicanos. Isso exigiria a ocorrência de um grande escândalo envolvendo Trump. 

Na projeção mais favorável aos democratas, eles teriam 53 cadeiras no Senado, contra 47 dos republicanos, número insuficiente para condenar o presidente. A história americana também demonstra a dificuldade de afastar um presidente por impeachment. Andrew Johnson e Bill Clinton tiveram processos aprovados pela Câmara, mas foram absolvidos pelo Senado. Richard Nixon chegou mais perto de perder o cargo, em 1974, durante o escândalo Watergate, mas renunciou antes da votação formal do impeachment. Como funciona o impeachment nos EUA? As acusações são apresentadas à Câmara dos Representantes, onde precisam ser aprovadas por maioria simples dos 435 deputados. Se aprovadas, o processo segue para julgamento no Senado. Diferentemente do Brasil, o presidente americano não é afastado durante essa etapa e permanece no cargo até a decisão final. Para condená-lo e removê-lo da Presidência, são necessários dois terços dos votos dos senadores. Andrew Johnson sofreu impeachment em 1868, acusado de tentar afastar seu secretário da Guerra sem autorização do Congresso. Após três semanas de julgamento, escapou da condenação por apenas um voto. Bill Clinton foi acusado de perjúrio e obstrução da Justiça, em razão do relacionamento com Monica Lewinsky. A Câmara aprovou o impeachment em 1998, mas o Senado o absolveu em fevereiro de 1999. Richard Nixon enfrentaria acusações de obstrução da Justiça, abuso de poder e desrespeito ao Congresso. Entretanto, renunciou em 9 de agosto de 1974, antes que a Câmara votasse formalmente seu impeachment.

 

ADVOGADO É INVESTIGADO EM TRÊS OPERAÇÕES


O advogado Nelson Wilians Fratoni Rodrigues registrou boletim de ocorrência após receber ameaças de morte e cobranças de dinheiro pelo Instagram. A residência dele, em Pinheiros, na Zona Oeste de São Paulo, também foi alvo de tentativa de invasão e vandalismo. O caso foi registrado na segunda-feira, 2, no 78º Distrito Policial, nos Jardins. Segundo o boletim, o suspeito enviou mensagens ofensivas nos dias 11 e 19 de outubro, exigindo transferências via Pix. Nas mensagens, teria fornecido uma chave vinculada ao próprio CPF. Wilians afirmou que não conhece o autor das ameaças e apresentou capturas de tela das conversas à polícia. Durante a madrugada, o suspeito teria ido à residência do advogado e tentado forçar a entrada, dando vários chutes no portão. Ele também teria gritado ameaças de morte, arremessado um objeto semelhante a um iPad contra o portão e danificado um carro estacionado na rua. A ação foi interrompida após a intervenção de terceiros e da segurança de uma residência próxima. A Polícia Militar foi acionada. O boletim registra suspeitas de ameaça, extorsão, injúria e tentativa de violação de domicílio. A Polícia Civil solicitou imagens das câmeras de segurança e outros registros digitais para investigar o caso. Não houve prisão em flagrante.

Advogado é alvo de três investigações. Nelson Wilians também é investigado em três operações que apuram suspeitas de irregularidades financeiras. Na Operação Sem Desconto, da Polícia Federal, é investigado por possíveis crimes relacionados a fraudes no INSS, incluindo organização criminosa, estelionato previdenciário e ocultação de patrimônio. Durante a operação, foram apreendidos carros de luxo, uma arma, esculturas e quadros em sua residência. Na Operação Distrato, ele foi citado em investigação sobre comercialização de créditos fraudulentos de ICMS, com prejuízo estimado em R$ 3,8 bilhões aos cofres públicos. A terceira investigação, denominada Operação Arena, apura suspeitas de lavagem de dinheiro, evasão de divisas e sonegação fiscal envolvendo empresas de apostas esportivas. Wilians nega participação nas irregularidades investigadas e afirma não ter cometido crimes. As três investigações continuam em andamento, sem condenação do advogado até o momento. Ele também está com a inscrição suspensa na OAB de São Paulo, embora uma inscrição suplementar vinculada à OAB da Paraíba permaneça regular. A OAB-SP informou que eventuais infrações são analisadas pelo Tribunal de Ética e Disciplina, cujos processos são sigilosos. Wilians recebeu a suspensão com indignação e afirmou que pretende contestar a decisão pelas vias legais, defendendo o devido processo legal. O advogado declarou ainda estar afastado da presidência do escritório que leva seu nome desde 14 de agosto, por decisão própria. Segundo ele, a banca continua funcionando sob a gestão de outros profissionais. 

TRUMP, NO DESESPERO, PEDE ANULAÇÃO DE 20 MIL VOTOS NA CALIFÓRNIA


A Suprema Corte dos Estados Unidos rejeitou ontem, 2, o pedido do governo Donald Trump para separar milhares de votos enviados pelo correio na Califórnia, pertencentes a pessoas suspeitas de não serem cidadãs americanas. A decisão ocorre na véspera das eleições legislativas de meio de mandato, consideradas decisivas para definir o controle do Congresso. O governo republicano contestava os votos de aproximadamente 20 mil pessoas identificadas como possíveis não cidadãs nas listas eleitorais da Califórnia, estado dominado pelos democratas. Trump queria que os votos fossem separados até que a cidadania dos eleitores fosse verificada. Autoridades estaduais, porém, alertaram que a relação apresentava numerosos erros e poderia impedir cidadãos legalmente habilitados de exercer o direito ao voto. A Suprema Corte não apresentou justificativas detalhadas para sua decisão, tomada em caráter emergencial. Em setembro, os ministros já haviam rejeitado outra tentativa de Trump de restringir o voto pelo correio em todo o país. A identificação de eleitores não cidadãos tornou-se uma das prioridades do governo republicano, embora esses casos sejam considerados raros. Também na segunda-feira, outro juiz federal decidiu contra exigências de última hora impostas pelo governo às autoridades eleitorais da Califórnia, considerando-as inconstitucionais. O juiz James Boasberg afirmou que o Executivo provavelmente violou a Constituição, que atribui aos estados e ao Congresso autoridade sobre as regras eleitorais. O governo argumentou que separar os votos seria uma medida simples, permitindo contabilizar posteriormente aqueles considerados legítimos. Entretanto, a iniciativa sofreu sucessivas derrotas judiciais, principalmente porque foi apresentada poucas semanas antes da eleição e utilizava dados reconhecidamente imprecisos. 

Durante uma audiência, a juíza Trina Thompson questionou um advogado do Departamento de Justiça sobre a elevada quantidade de erros na lista. Ele reconheceu que as informações poderiam conter falhas. Apesar disso, o procurador federal Bill Essayli declarou estar confiante de que os eleitores relacionados não tinham direito ao voto, embora também admitisse possíveis equívocos. Na Califórnia, a votação começou no início de outubro. Os aproximadamente 23 milhões de eleitores registrados recebem cédulas pelo correio, e centenas de milhares de votos já foram processados. Autoridades estaduais afirmaram ser logisticamente impossível localizar e separar os votos contestados nesta fase. O procurador-geral da Califórnia, Rob Bonta, classificou o recurso como uma tentativa desesperada de enfraquecer as eleições e desrespeitar o Estado de Direito. A Justiça de primeira instância também considerou que a separação dos votos provocaria caos e prejudicaria a confiança no processo democrático. O juiz David O. Carter advertiu que permitir ao Executivo desconsiderar votos com base em acusações não comprovadas colocaria a democracia americana em risco. Um tribunal de apelações manteve a decisão por dois votos a um. O Departamento de Justiça ainda tentou acelerar o julgamento, mas não conseguiu antecipar a intervenção do tribunal.

 

TRUMP MOBILIZA CONTRA CANDIDATOS DEMOCRATAS


A disputa pelo controle do Senado americano mobiliza três candidatos democratas que ganharam destaque nas eleições desta terça-feira. Para conquistar a maioria, o partido precisa manter suas cadeiras e obter mais quatro. Os três representam diferentes correntes políticas e podem influenciar o futuro do partido na disputa presidencial de 2028. Todos despertaram a irritação de Donald Trump, que os atacou em comícios pelo país. No Texas, James Talarico, de 37 anos, é a principal aposta democrata para conquistar uma vaga no Senado após mais de três décadas de domínio republicano. Seminarista presbiteriano e deputado estadual, enfrenta o procurador-geral Ken Paxton em uma disputa acirrada. Pesquisas apontam Talarico com 47,6% das intenções de voto, contra 44,7% de Paxton. O democrata foi alvo de teorias conspiratórias durante nove dias de afastamento por gripe. Trump também divulgou acusações sem provas contra ele. O presidente apoiou Paxton nas primárias republicanas, apesar dos escândalos de corrupção envolvendo o procurador-geral. Talarico acusa o adversário de defender interesses próprios e de bilionários, como Elon Musk, que investiu mais de US$ 150 milhões em sua campanha. Em Michigan, Abdul El-Sayed, de 42 anos, pode se tornar o primeiro muçulmano a ocupar uma cadeira no Senado americano. Médico e representante da ala progressista, enfrenta o republicano Mike Rogers, com vantagem de três a sete pontos nas pesquisas. Filho de egípcios, El-Sayed sofreu ataques de Trump, que o chamou de jihadista e questionou sua lealdade aos Estados Unidos. Rogers também explorou sua origem religiosa e levantou suspeitas sobre supostos vínculos com a Irmandade Muçulmana, negados pelo democrata.

O candidato ainda enfrentou críticas por suas declarações sobre Israel e pela defesa da suspensão da ajuda militar americana ao país. O ex-presidente Barack Obama participou de um comício em seu apoio, defendendo mudanças políticas e o fim da guerra contra o Irã. Entretanto, a ex-adversária democrata Haley Stevens declarou apoio a Rogers, evidenciando a divisão entre moderados e progressistas dentro do partido. Na Geórgia, o senador Jon Ossoff, de 39 anos, disputa a reeleição contra o republicano Mike Collins. Com 69% de chances de vitória, segundo o Real Clear Politics, é considerado um possível presidenciável democrata em 2028. Comparado frequentemente a Barack Obama pelo carisma e estilo, Ossoff recebeu elogios do ex-presidente, que destacou sua trajetória política e sua ligação com o líder dos direitos civis John Lewis. Primeiro senador judeu da Geórgia e o mais jovem da Casa, Ossoff ganhou popularidade com críticas a Trump pela condução da guerra contra o Irã e pela gestão dos arquivos de Jeffrey Epstein. O democrata também acusa o presidente de beneficiar a própria família, prejudicar programas sociais e favorecer os mais ricos. Apesar de criticar Israel e votar contra a venda de armas ao país durante a guerra em Gaza, mantém sua candidatura em ascensão. Seu adversário, Mike Collins, é acusado de ligações com a extrema direita e foi alvo de investigação do Comitê de Ética da Câmara. 

MANCHETES DE ALGUNS JORNAIS DE HOJE, 3/11/2026

CORREIO BRAZILIENSE - BRASÍLIA/DF

Eleições nos EUA podem impor derrota a Trump e fortalecer democratas

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Presidente republicano enfrenta hoje teste das urnas em eleições legislativas disputadas. Última rodada de pesquisas sinaliza vantagem para oposição democrata, na Câmara e no Senado. Se derrotado, líder diz que se tornará o "Senhor Veto"

O GLOBO - RIO DE JANEIRO/RJ

Lideranças evangélicas marcam distância estratégica do bolsonarismo após revés nas urnas e carta golpista de Flávio

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Igrejas como Universal e Assembleia de Deus criticaram postura do candidato do PL diante de fuga para os EUA, em meio a resultado aquém do esperado na eleição

FOLHA DE SÃO PAULO - SÃO PAULO/SP

Douglas Ruas monta Governo do RJ tentando sair da sombra de Flávio Bolsonaro

  • Governador eleito inicia composição do secretariado preservando núcleo duro de influência do senador
  • Tentativa de reunir polícias Civil e Militar sob a Secretaria de Segurança sofre resistências

TRIBUNA DA BAHIA - SALVADOR/BA

Pessimismo econômico e desigualdade ampliam insatisfação com Trump no coração dos EUA

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“Beaver Falls está morta. A população decaiu, a infraestrutura é horrível e simplesmente não tem trabalho para ninguém nem nada para fazer”, disse o líder sindical

CORREIO DO POVO - PORTO ALEGRE/RS

Aliados de Lula aumentam o tom contra o BC por cortes na taxa básica de juros

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Governo tem criticado mercado e juros antes de reunião prevista do Copom

DIÁRIO DE NOTÍCIAS - LISBOA/PT 

Portugal: Mulheres ganham menos 21% que os homens no setor privado. Igualdade salarial continua longe

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Disparidade salarial entre géneros, na Europa, é de 11,1%. Portugal está ligeiramente acima, mas no setor privado é o país mais desigual.