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sábado, 6 de junho de 2026

DIRETOR DA POLÍCIA FEDERAL CONSIDEROU "EQUÍVOCO" DE TRUMP


O diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, classificou como um “equívoco” a decisão dos Estados Unidos de incluir as facções criminosas Comando Vermelho (CV) e Primeiro Comando da Capital (PCC) na lista de organizações terroristas. Em entrevista à TV Globo ontem, 5, ele argumentou que grupos terroristas têm motivações ideológicas ou religiosas, enquanto facções criminosas buscam lucro. Segundo Rodrigues, a classificação pode prejudicar a definição de estratégias adequadas de combate, já que terrorismo e crime organizado exigem abordagens diferentes. Apesar da divergência, ele afirmou que a medida não altera a atuação da Polícia Federal nem as políticas brasileiras de enfrentamento ao crime. O diretor ressaltou que o Brasil continuará priorizando a integração entre órgãos de segurança, a descapitalização das facções e a prisão de lideranças criminosas. Para ele, a decisão americana não interfere na soberania brasileira nem nas ações de segurança pública do país.

Rodrigues destacou, porém, que a medida pode abrir espaço para ampliar a cooperação internacional, especialmente no compartilhamento de informações, na captura de foragidos e no bloqueio do tráfico de armas para o Brasil. A PF informou que não foi comunicada oficialmente pelos EUA sobre a classificação das facções e soube da decisão pela imprensa. Segundo o diretor, ainda é cedo para avaliar eventuais impactos na cooperação entre os dois países. O tema ocorre em meio a recentes atritos diplomáticos entre Brasil e Estados Unidos envolvendo a prisão e posterior liberação do ex-deputado Alexandre Ramagem em território americano. Mesmo assim, o governo brasileiro mantém a defesa do diálogo e da cooperação internacional no combate ao crime organizado, respeitando a soberania nacional. 

SAIU NA FOLHA DE SÃO PAULO

Laura Greenhalgh

Jornalista, atuou nas revistas Veja e Época, foi editora-executiva de O Estado de S. Paulo e é sócia-fundadora da Palavra Escrita Editorial

SALVAR ARTIGOS

Laura Greenhalgh
Descrição de chapéuGOVERNO TRUMP  ESTADOS UNIDOS

Trump transforma Casa Branca em palco de culto à própria personalidade

  • Presidente anseia remodelar símbolos de poder; ele segue com obras do novo salão de festas e anunciou Arco do Triunfo
  • Escalada do ego promete nas próximas semanas; aguarda-se farta quinquilharia exaltando a figura presidencial

 


Em meio à perspectiva de novas tarifas sobre produtos brasileiros e de mais uma ofensiva contra o Pix, esta coluna pede licença para desviar do imbróglio comercial Brasil-Estados Unidos, preferindo analisar os últimos rompantes do presidente americano. Porque merecem registro.

Dias atrás, ele vociferava contra um juiz federal —"escolhido por Barack Hussein Obama!", salientou— por ousar suspender o projeto de reforma do Kennedy Center e ordenar a remoção do nome "Donald J. Trump" da fachada da instituição. Em 1964, meses após o atentado fatal em Dallas, autorizou-se por lei a troca de nome do National Cultural Center para Kennedy Center, em memória do presidente assassinado.

Homem de cabelos loiros sentado em cadeira de couro escura em mesa de madeira, cercado por seis homens em trajes formais. No primeiro plano, busto escuro e modelo de avião em miniatura sobre a mesa. Ao fundo, cortinas claras e retrato de homem sorridente na parede.
Donald Trump durante anúncio no Salão Oval da Casa Branca -  Brendan Smialowski - 4.jun.26/AFP

Trump não está nem aí com isso. Desancou o juiz, quer brigar pela reforma no Congresso e, aos seguidores, queixou-se que "democratas da esquerda radical querem atingir o seu presidente favorito, EU".

Subiu o tom quando músicos escalados para os concertos dos 250 anos da independência americana começaram a cancelar participação —caso de Morris Day, vocalista da banda The Time, da cantora country Martina McBride e do rapper Young MC, entre outros. Trump chamou-os de artistas de terceira categoria e avisou que ele será a atração número um. Garante arrastar multidões maiores do que Elvis Presleyem seus melhores dias.

A escalada do ego promete nas próximas semanas. Aguardam-se nota, moeda, selo e farta quinquilharia exaltando a figura presidencial. O site da Casa Branca tornou-se 100% autorreferente: fora a contagem regressiva para o aniversário da independência, exibida na homepage, o que se posta são fotos, atos e proezas de Trump.

Este governante imperial anseia remodelar os símbolos de poder e, para tanto, não basta folhear a ouro o setor de onde despacha. Ele segue com as obras do novo salão de festas da Casa Branca, anuncia a construção de um Arco do Triunfo, nos moldes do de Paris, e pode vir a erguer uma biblioteca para chamar de sua com o "allure" do finado World Trade Center.

Crescem evidências de que, além de tratar a renovação de espaços públicos com a mesma lógica do mercado imobiliário, de onde veio, Trump mistura verbas públicas para financiar seus delírios napoleônicos a recursos de doadores privados, cujos interesses devem justificar o valor do cheque.

No livro "A Personalidade Autoritária", escrito com pesquisadores em 1950, portanto, na era stalinista, o filósofo Theodor W. Adorno (1903-1969) ensinou que as convicções políticas, econômicas e sociais de um indivíduo frequentemente moldam um padrão coerente. Só que esse padrão se torna um problema quando o indivíduo em questão é "potencialmente fascista" —as aspas são do autor.

O culto à personalidade que se vê hoje com Trump sem dúvida entrará nos anais do autoritarismo no mundo. E, como em outros casos, deve ser estudado como estratégia de propaganda e psicologia de massas, passando por eventuais desvios patológicos.

No dia 4 de julho, data oficial da independência dos EUA, o anfitrião da Casa Branca comandará o show em Washington, enquanto dois jogos da Copa do Mundo rolarão nos gramados americanos –um na Filadélfia, outro em Houston.

Concorrência desleal? De modo algum. Trump conta com a audiência ampliada do futebol para coroar a si mesmo. Gianni Infantino, presidente da Fifa, que lhe conferiu um Prêmio da Paz, à falta do Nobel, não vai deixá-lo passar vontade.

TRUMP PERDE MAIS UMA NA JUSTIÇA SOBRE PROCESSOS MIGRATÓRIOS


Um juiz federal de Rhode Island derrubou ontem, 5, políticas do governo Donald Trump que impediam imigrantes de 39 países de receber decisões sobre pedidos de asilo, autorização de trabalho, green card e cidadania. A decisão foi tomada pelo juiz John McConnell, que considerou as medidas ilegais e discriminatórias.  As restrições foram adotadas após um ataque cometido por um cidadão afegão contra dois integrantes da Guarda Nacional em Washington, em novembro de 2025. Em resposta, o governo suspendeu a análise de processos migratórios de cidadãos de diversos países da África, Ásia, América Latina e Oriente Médio.  Segundo McConnell, os imigrantes seguiram todas as exigências legais, mas ficaram presos por meses em um “limbo jurídico indeterminado”, sem resposta para seus pedidos. O magistrado afirmou que as suspensões ocorreram apenas em razão do país de origem dos solicitantes. 

A decisão cita declarações da então secretária de Segurança Interna, Kristi Noem, que defendia uma proibição ampla de viagens e imigração para países considerados problemáticos pelo governo.  O juiz também acusou o Serviço de Cidadania e Imigração dos EUA (USCIS) de usar argumentos de segurança nacional como pretexto para políticas marcadas por sentimento anti-imigração. Segundo ele, a agência violou leis de imigração e normas administrativas ao adotar medidas sem respaldo legal.  A sentença representa uma vitória para organizações de defesa dos imigrantes e sindicatos que acionaram a Justiça em março. Com a decisão, o governo deverá retomar a análise dos processos migratórios afetados pelas restrições. 

 

INVESTIMENTOS DOS ESTADOS UNIDOS NO BRASIL CAI 29 EM 2025


O fluxo de investimentos dos Estados Unidos em empresas brasileiras caiu 29% em 2025, primeiro ano de vigência das tarifas de 50% impostas pelo governo Donald Trump ao Brasil. Segundo o Banco Central, os aportes americanos somaram US$ 8,4 bilhões, contra US$ 11,9 bilhões em 2024. Enquanto os investimentos totais estrangeiros no Brasil cresceram 7,4%, a participação dos EUA recuou de 29% para 19%, o menor nível desde 2018. Economistas atribuem a queda ao tarifaço e à política “America First”, que incentivou empresas a concentrar recursos em território americano. O recuo ocorreu principalmente no setor de serviços, cujos investimentos despencaram 51,2%, para US$ 5 bilhões, menor valor desde 2020. As maiores perdas foram registradas em serviços financeiros e comércio. Em contraste, os investimentos em agropecuária, mineração e indústria avançaram fortemente, impulsionados pelos setores de minerais metálicos, química e farmacêutica. Os aportes cresceram 130,3% na agropecuária e indústria extrativa e 152,3% na indústria.

Especialistas afirmam que o setor de serviços reage mais rapidamente às incertezas econômicas e comerciais. As exportações brasileiras para os EUA também sofreram impacto, com queda de 16,6% no segundo semestre de 2025 e de 16% nos cinco primeiros meses de 2026. Outro fator apontado é a lei americana One Big Beautiful Bill, que ampliou incentivos fiscais para investimentos realizados nos EUA. Apesar disso, áreas estratégicas, como minerais críticos, continuam atraindo capital americano. Economistas avaliam que os próximos anos mostrarão com mais clareza os efeitos da política econômica de Trump sobre os investimentos no Brasil. 

MANCHETES DE ALGUNS JORNAIS DE HOJE, 6/6/2026

CORREIO BRAZILIENSE - BRASÍLIA/DF

Lula sanciona renovação automática da CNH para bons motoristas

Nova legislação altera o Código de Trânsito Brasileiro, mantém exames obrigatórios e já beneficiou cerca de 2 milhões de condutores com renovação simplificada da habilitação

O GLOBO - RIO DE JANEIRO/RJ

Caso Henry: MP recorre do perdão judicial à Monique, alegando que juíza reformulou pergunta ao júri; entenda

O promotor defende a tese de que o júri votou favoravelmente ao entendimento de que a omissão se referia ao homicídio doloso, e não ao culposo, o que mudou o resultado

FOLHA DE SÃO PAULO - SÃO PAULO/SP

Estagnação econômica ameaça empregos mais que IA, diz historiador

Aaron Benanav também afirma que tecnologia permite 'desqualificação digital' dos trabalhadores Autor defende que semana de quatro dias pode elevar produtividade e salários

TRIBUNA DA BAHIA - SALVADOR/BA

Mulher é resgatada com vida após passar 

cinco dias dentro de cisterna na Bahia

A mulher foi identificada como Eva Ribeiro e ainda não há informações sobre ela foi parar dentro da cisterna.

CORREIO DO POVO - PORTO ALEGRE/RS

Governo prorroga prazo de inscrição do Enem 2026

Prazo se encerrava nesta sexta-feira, provas serão aplicadas em todo o País em 8 e 15 de novembro

DIÁRIO DE NOTÍCIAS - LISBOA/PT  

Troca de ataques entre Irão e EUA agrava tensão: Teerão lança mísseis contra bases americanas no Golfo

Sobre a demora em chegar a um entendimento, Trump disse à NBC: “Há coisas que eles [Irão] nunca pensaram que teriam que fazer, mas que terão que fazer. Eles não têm escolha, e isso leva um tempo”.

Salvador, 6 de junho de 2026



sexta-feira, 5 de junho de 2026

RADAR JUDICIAL


CONCILIADORES NÃO GANHAM SEM AUDIÊNCIA

O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) manteve a validade do Decreto nº 281/2025 do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA), que impede o pagamento de honorários a conciliadores quando as audiências não ocorrem por ausência das partes. A decisão foi unânime e seguiu voto do conselheiro Fabio Esteves, em sessão realizada em maio de 2026. O conciliador autor do recurso alegava que a norma violava a política nacional de conciliação e gerava enriquecimento sem causa do Estado. Segundo ele, mesmo sem a realização da audiência, há trabalho prévio de análise dos processos e permanência à disposição do Judiciário, o que justificaria remuneração. O CNJ, porém, destacou que a questão já havia sido decidida em 2022, reconhecendo que a remuneração dos conciliadores integra a autonomia administrativa e financeira dos tribunais. O Conselho reafirmou ser legítimo vincular o pagamento à efetiva realização da audiência ou à celebração de acordo, inclusive para evitar fraudes. Também rejeitou os argumentos sobre “pauta morta”, suposta obscuridade do edital e existência de fatos novos. Para o relator, o decreto apenas reproduz modelo remuneratório já validado pelo CNJ. A decisão reforça que a atuação dos conciliadores é voluntária e sujeita às regras de remuneração definidas pelo tribunal.


RESISTÊNCIA À LIDERANÇA DE TRUMP

Após aprovar um amplo pacote de cortes de impostos e redução de programas sociais, Donald Trump passou a governar com forte pressão sobre os republicanos, exigindo lealdade e ameaçando adversários políticos. Porém, sua estratégia começou a enfrentar resistência dentro do próprio partido. Na quarta-feira (3), quatro deputados republicanos se uniram aos democratas para exigir que Trump obtenha autorização do Congresso para manter o envolvimento militar dos EUA no conflito com o Irã. Outra derrota ocorreu com a suspensão de um fundo de US$ 1,8 bilhão destinado a compensar aliados que alegam perseguição política. Senadores republicanos como John Cornyn e Bill Cassidy defenderam o encerramento definitivo do fundo por meio de legislação. Também surgiram críticas à indicação de Bill Pulte para a direção interina da inteligência nacional, considerada inadequada por alguns parlamentares. O senador Thom Tillis afirmou estar “cansado de amadorismo” no governo e alertou para os impactos políticos das decisões da Casa Branca. Enquanto assessores de Trump minimizam as divergências, analistas apontam sinais de desgaste de sua influência, especialmente após derrotas de candidatos apoiados por ele nas primárias. Para críticos dentro do partido, Trump ainda mantém força entre os republicanos, mas enfrenta crescente resistência de aliados preocupados com os efeitos eleitorais de suas políticas às vésperas das eleições de meio de mandato.


NOVAS TARIFAS AMERICANAS SEM JUSTIFICATIVA

O ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, afirmou que espera uma solução rápida para a disputa tarifária entre Brasil e Estados Unidos e que o tema seja levado em breve ao presidente Donald Trump. Na última semana, Washington anunciou duas tarifas sobre produtos brasileiros, de 25% e 12,5%, que podem elevar a sobretaxa total a 37,5%. As medidas resultam de investigações conduzidas pela Seção 301 da legislação comercial americana. Em Paris, durante reunião da OCDE, Vieira conversou com Jamieson Greer, representante comercial dos EUA, que sinalizou disposição para manter as negociações. O chanceler brasileiro disse que o Brasil também quer avançar em um acordo. Segundo Vieira, o principal argumento do governo é que não há justificativa para as tarifas, já que o Brasil acumula déficit comercial com os EUA de cerca de US$ 450 bilhões em 15 anos. O ministro afirmou que as negociações continuam sem prazo definido para conclusão. Também destacou a importância estratégica do acordo Mercosul-União Europeia e revelou contatos exploratórios para futuras parcerias com Reino Unido e Japão. Sobre um possível encontro entre Lula e Trump no G7, disse que ainda não há agenda confirmada.

MAIS SANÇÕES CONTRA CUBANOS

Os Estados Unidos ampliaram ontem, 4, as sanções contra Cuba, atingindo o presidente Miguel Díaz-Canel, sua esposa e integrantes da família Castro. A medida também alcança quatro pessoas e cinco entidades, incluindo o Ministério das Forças Armadas Revolucionárias. Entre os sancionados estão Alejandro Castro Espín, filho de Raúl Castro, seu neto Raúl Alejandro Castro e Manuel Anido Cuesta, enteado de Díaz-Canel. O líder cubano já havia sido alvo de sanções em 2025 pela repressão aos protestos de 2021. As novas punições integram a estratégia do governo Donald Trump de aumentar a pressão sobre Havana. Além do embargo vigente desde 1962, Washington adotou sanções econômicas, medidas judiciais e restrições ao setor petrolífero cubano. Em maio, os EUA também indiciaram Raúl Castro por suposto envolvimento no abate de dois aviões de exilados cubanos em 1996, episódio que matou quatro pessoas. Cuba rejeita as acusações e classifica as ações americanas como manobras políticas. A ofensiva ocorre em meio à grave crise econômica da ilha e às negociações entre Washington e Havana, ainda sem avanços concretos. Enquanto os EUA cobram reformas econômicas e políticas, Cuba afirma estar aberta ao diálogo sem abrir mão de sua soberania.

FLÁVIO PERDE COM APROXIMAÇÃO A TRUMP

Para afastar o caso “Dark Horse”, Flávio Bolsonaro buscou aproximação com Donald Trump, conseguindo uma foto no Salão Oval e elogios do presidente americano. Porém, novas mensagens reveladas pelo Intercept Brasil indicam que, após cobranças de Flávio, o banqueiro Daniel Vorcaro priorizou pagamentos ligados ao filme. As explicações do senador sobre o destino dos recursos são apontadas como inconsistentes. O texto também relaciona a polêmica às tensões comerciais entre Brasil e EUA, incluindo críticas americanas ao Pix e a defesa de Eduardo Bolsonaro da adoção do sistema Zelle. Segundo aliados bolsonaristas, a estratégia pode reforçar a percepção de interferência de Trump nas eleições brasileiras. A narrativa relembra ainda a carta enviada por Trump em 2025 contra medidas judiciais envolvendo Jair Bolsonaro. Ao final, destaca os apelidos atribuídos a Flávio Bolsonaro ao longo da carreira política, incluindo o mais recente, “Tariflávio”, popularizado nas redes sociais.

TRUMP IMPÕE SEU NOME EM ÓRGÃOS PÚBLICOS

O presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou planos para construir uma passarela no Lincoln Memorial, ligando o monumento ao rio Potomac. Batizada informalmente de “Trump Promenade”, a obra retomaria o projeto original de 1911, que previa a entrada principal voltada para o rio. Trump afirmou que a estrutura atravessará duas grandes vias de forma elegante, aproximando o memorial da margem do Potomac. O projeto integra uma série de intervenções urbanas promovidas por sua gestão em Washington. Entre as iniciativas estão a restauração de monumentos, a demolição da Ala Leste da Casa Branca para erguer um salão de festas e a proposta de um grande arco triunfal. Trump também buscou associar seu nome a instituições culturais da capital. Alguns projetos, porém, enfrentam controvérsias. A Justiça determinou recentemente a retirada do nome de Trump do John F. Kennedy Center for the Performing Arts. Já a reforma da piscina refletora do Lincoln Memorial foi alvo de críticas por custos e licitação. O salão de festas da Casa Branca, estimado em US$ 400 milhões, deverá ser financiado por doadores privados e pelo próprio presidente, após republicanos abandonarem proposta de recursos públicos para medidas de segurança do projeto.

Salvador, 5 de junho de 2026.

Antonio Pessoa Cardoso 
Pessoa Cardoso Advogados.