TELESCÓPIO ESPACIAL, DEPOIS DE 22 ANOS, RETORNA À TERRA
O presidente da Câmara dos Representantes dos Estados Unidos, Mike Johnson, anunciou que deixará o cargo após a derrota republicana nas eleições de meio de mandato. A informação foi confirmada à AFP por seu porta-voz nesta quarta-feira (4). Johnson é o republicano de maior hierarquia depois do presidente Donald Trump e do vice JD Vance. Aos 54 anos, ocupa a presidência da Câmara desde outubro de 2023. Ele comunicou sua decisão à equipe um dia após os democratas conquistarem o controle das duas casas do Congresso. Trump elogiou Johnson, afirmando que ele foi “fantástico” no comando da Câmara. O republicano da Louisiana chegou à liderança após disputas internas que culminaram na saída de Kevin McCarthy. Sua decisão abre espaço para uma disputa entre Steve Scalise e Jim Jordan pela liderança republicana. Scalise é o atual líder da maioria, enquanto Jordan preside a Comissão de Justiça e é aliado de Trump. O presidente americano afirmou que não interferirá na escolha do novo líder, prevista para terça-feira. Johnson foi reeleito deputado pela Louisiana e não deixará imediatamente a presidência da Câmara. Sua decisão também não significa renúncia ao mandato nem saída do Congresso.
CRISTIANO RONALDO NÃO JOGA MAIS PELA SELEÇÃO
O jogador português Cristiano Ronaldo anunciou hoje, 5, que não mais jogará pela seleção de Portugal. Declarou sua aposentadoria na condição de atleta da seleção portuguesa, depois de 23 anos defendendo o país. Recentemente, Ronaldo foi punido, depois de polêmica com o treinador Jorge Jesus. O jogador declarou em mensagem direcionada aos portugues, pelo Instagram, que "não foi uma decisão fácil, porque há decisões que não se tomam só com a cabeça, tomam-se com o coração". O atleta participou da conquista da Eurocopa de 2016, tendo iniciado sua caminhada em agosto de 2003. Terminou assegurando: "Porque no fim de tudo, o futebol é muito maior do que um jogo. O futebol são as pessoas".
GOVERNADOR CANCELA PENA DE MORTE PARA 548 DETENTOS
O governador da Califórnia, Gavin Newsom, anunciou o cancelamento da pena de morte de 548 detentos. A medida alcança cerca de 25% dos condenados à morte nos Estados Unidos. Os presos terão suas penas convertidas em prisão perpétua, sem possibilidade de condicional. Newsom justificou a decisão alegando ter objeções morais à pena de morte. Segundo ele, as execuções são incompatíveis com os valores de justiça e dignidade humana. Dos 50 estados americanos, 23 aboliram a pena de morte e seis mantêm moratória.
A Califórnia não realiza execuções há mais de duas décadas. O governador reconheceu que a decisão pode trazer sofrimento às famílias das vítimas. Entre os condenados estão os assassinos Charles Ng e Cary Stayner. Newsom classificou o anúncio como uma das decisões mais difíceis de sua carreira. Ele deixa o governo em 2027, após concluir seu segundo mandato. Apontado como possível candidato democrata à Presidência em 2028, deverá preparar sua pré-campanha.
OPERAÇÃO PRENDE SUSPEITOS DE AGIOTAGEM















