OFERTA IRREGULAR DE CURSOS DE MEDICINA
A APM (Associação Paulista de Medicina) emitiu nesta terça-feira (13) um alerta sobre a oferta irregular de cursos de Medicina na Bolívia no formato a distância, com atividades presenciais restritas a dois períodos anuais de duas semanas. Para a entidade, o modelo desqualifica a formação médica e coloca em risco a qualidade da assistência à população. Segundo a associação, a divulgação mira profissionais já inseridos no mercado, com a promessa de não interromper a vida profissional. A APM afirma que a proposta é incompatível com a formação médica, que exige prática clínica contínua e contato permanente com pacientes. A entidade ressalta que tanto a legislação brasileira quanto a boliviana proíbem cursos de Medicina a distância, semipresenciais ou virtuais. A irregularidade pode inviabilizar o registro profissional e a participação no Revalida. A APM também alerta para tentativas de burlar o sistema brasileiro ao omitir a modalidade do curso no diploma. Para a entidade, isso ameaça a segurança dos pacientes.
TRUMP: "DEFENSOR DE PEDÓFILO"
FBI REVISTA CASA DE REPORTER
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, publicou na Truth Social uma mensagem incentivando protestos no Irã e defendendo, de forma inédita, a queda do regime teocrático dos aiatolás. No texto, pediu que manifestantes tomem instituições, guardem nomes de responsáveis pela repressão e afirmou ter cancelado reuniões com autoridades iranianas, encerrando com o slogan “MIGA” (“Tornem o Irã grande novamente”). A reação em Teerã foi imediata. O chefe do Conselho Supremo de Segurança Nacional, Ali Larijani, acusou Trump e o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, de serem “assassinos do povo iraniano” e afirmou que Washington busca um pretexto para intervenção militar. Trump também anunciou tarifas de 25% contra países que mantêm negócios com o Irã e aconselhou cidadãos de nações aliadas a deixarem o país. Parlamentares republicanos apoiaram o discurso e defenderam tornar a mudança de regime “inevitável”.
Seis procuradores federais de Minnesota renunciaram em protesto após pressão do Departamento de Justiça dos EUA para investigar a viúva de uma mulher morta por um agente do ICE e pela relutância em apurar a conduta do atirador.
PRESIDENTE DO FED RECEBE APOIO