Encontro a portas fechadas reuniu apenas ministros do STF. Reuniões ocorreram na quinta-feira, 12, na presidência da Corte. Publicação do Poder360 teria usado gravação clandestina. Ao menos quatro ministros ficaram indignados com o vazamento. Suspeita interna recaiu sobre Dias Toffoli que negou ter gravado: “Claro que não”. Debate interno cogitou abrir sindicância. Objetivo seria identificar responsável pelo vazamento. Parte dos ministros prefere evitar nova crise pública. Tema envolve investigações sobre o Banco Master. Polícia Federal questionou a suspeição de Toffoli. Caso estava sob sua relatoria. Solução proposta: ele deixar o processo. Em troca, Corte emitiria nota de apoio coletiva. Reportagem transcreveu falas atribuídas aos ministros. Não havia assessores presentes nas reuniões.Segunda reunião teve videoconferência. Participaram ministros fora de Brasília. André Mendonça integrou remotamente. Luiz Fux também participou à distância. Edson Fachin não informou se abrirá investigação. Clima interno foi descrito como de revolta. Discussões foram mantidas em caráter reservado. Corte tenta evitar exposição institucional. Episódio ampliou tensões nos bastidores do tribunal.
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SEMANA DE QUATRO DIAS