Atualmente, a China é a principal concorrente americana na exploração espacial, após avanços consistentes nas últimas duas décadas. Desde que assumiu o comando da Nasa, em dezembro passado, Isaacman procura reformular o Artemis, adotando uma estratégia gradual, semelhante à utilizada no programa Apollo. Inicialmente, o primeiro pouso lunar estava previsto para a Artemis 3. O administrador, entretanto, decidiu priorizar testes de acoplagem na órbita terrestre, antes de realizar operações a quase 400 mil quilômetros de distância. A mudança também permitirá antecipar lançamentos e ampliar a experiência da agência com foguetes. Para Isaacman, gastar mais tempo e dinheiro, realizando menos voos, não significa necessariamente obter resultados melhores ou mais seguros.
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sábado, 24 de outubro de 2026
HOMEM NA LUA EM 2028
WASHINGTON CONVIDA CIDADÃOS CUBANOS A COLABORAR COM A CIA
A deterioração da infraestrutura do país intensifica as dificuldades enfrentadas pela população. Diante desse cenário, o chanceler cubano afirmou, durante a Assembleia Geral das Nações Unidas, realizada em setembro, que Havana continuava aberta ao diálogo com Washington. Na mesma ocasião, Trump ameaçou recorrer à força militar na América Latina e no Caribe. Na sexta-feira, entretanto, não esclareceu os termos do acordo que mencionou nem explicou como conciliaria eventuais negociações com seu objetivo de promover uma mudança de regime em Cuba. A postura do presidente americano em relação à ilha tem sido ambígua, alternando ameaças e sinais de abertura diplomática. Em março, Trump afirmou que teria a honra de “tomar Cuba” e que poderia fazer o que quisesse com o país, que classificou como uma nação falida. Em maio, declarou acreditar que um acordo diplomático estava próximo, mesmo sem uma eventual mudança de regime. Paralelamente, o jornal The New York Times informou que as Forças Armadas dos Estados Unidos e de Israel elaboraram planos para retomar os ataques contra o Irã após as eleições legislativas americanas de novembro, segundo autoridades e pessoas familiarizadas com as discussões.
AMERICANOS TEMEM EXPANSÃO DA "IA" E SUBSTITUAM TRABALHADORES
A rápida expansão da inteligência artificial (IA) provoca temores de que computadores substituam trabalhadores, deixando milhões de americanos sem emprego e renda estável. Diante desse risco, parlamentares dos Estados Unidos começam a discutir medidas para fortalecer a proteção social e preparar o país para possíveis transformações econômicas. Democratas e republicanos apresentaram projetos para compensar eventuais perdas de empregos causadas pela tecnologia. As propostas refletem a preocupação de que o governo esteja atrasado na preparação para essas mudanças. O senador democrata Ron Wyden deverá apresentar um projeto para ampliar o seguro-desemprego, que atualmente cobre parte dos salários por até 26 semanas. A proposta prevê ajuda adicional em períodos de desemprego elevado e até 26 semanas extras de assistência para trabalhadores que perderem seus empregos devido à tecnologia, permitindo a aquisição de novas competências. Wyden considera irresponsável não preparar o país para os riscos da IA e afirma que o Congresso deve ajudar os cidadãos preocupados com a possibilidade de perderem seus empregos. Enquanto empresas do Vale do Silício projetam crescimento econômico expressivo, especialistas também alertam para impactos profundos sobre o mercado de trabalho. Um dos cofundadores da Anthropic prevê que a produção americana poderá crescer quase 50% até 2030. Entretanto, o presidente da empresa, Dario Amodei, alerta que a IA poderá transformar radicalmente a vida de milhões de trabalhadores. Por enquanto, economistas não identificam efeitos generalizados da tecnologia sobre o emprego. Um relatório do Goldman Sachs, porém, aponta dificuldades de contratação em setores mais vulneráveis à automação. Martha Gimbel, diretora do Yale Budget Lab, ressalta que ainda é difícil medir os impactos econômicos da IA em tempo real.
NICOLAS E PABLO MARÇAL ESTÃO PROIBIDOS DE PUBLICAR CONTEÚDOS ELEITORAIS FALSOS
A proibição abrange conteúdos produzidos ou alterados por inteligência artificial em situações vedadas pela legislação, materiais manipulados e informações sabidamente falsas sobre partidos e candidatos capazes de influenciar os eleitores. Determinadas imputações criminosas também estão incluídas nas restrições. Cada infração deverá ser analisada individualmente pela Justiça, que poderá determinar a remoção das publicações e adotar medidas adicionais de contenção. Em situações excepcionais, poderão ser impostas restrições temporárias de funcionalidades ou suspensão de perfis, mediante decisão específica e fundamentada. Cueva ressaltou que a ordem não impede manifestações políticas legais, críticas, opiniões ou informações desfavoráveis aos candidatos. Segundo o ministro, o objetivo é evitar a repetição de condutas proibidas sem restringir indiscriminadamente a liberdade de expressão. Os relatórios da Meta e do X deverão informar visualizações por publicação, alcance entre seguidores e não seguidores e origem do tráfego. As empresas também terão de explicar os mecanismos de recomendação utilizados e eventuais intervenções manuais ou alterações nos algoritmos que influenciaram a distribuição. Além disso, as plataformas estão proibidas de promover artificialmente ou favorecer deliberadamente as contas de Nikolas e Marçal. Meta e X deverão manter um canal prioritário de comunicação com a Corregedoria do TSE até domingo, dia da votação.



