ELEIÇÕES INDIRETAS NO RIO
O ex-prefeito do Rio, Eduardo Paes (PSD), pré-candidato ao governo, criticou a decisão do TSE que determinou eleições indiretas para um mandato-tampão no estado. Nas redes, defendeu “diretas já” e afirmou que a população deveria escolher o novo governador. Disse ainda que disputaria o cargo em caso de eleição direta. A crise política começou com a renúncia de Cláudio Castro (PL), antes da retomada de julgamento no TSE. Mesmo assim, ele foi condenado por abuso de poder nas eleições de 2022 e ficou inelegível até 2030. O ex-vice Thiago Pampolha também deixou o cargo, e Rodrigo Bacellar, próximo na linha sucessória, teve o mandato cassado. Interinamente, o governo é ocupado pelo presidente do Tribunal de Justiça, Ricardo Couto de Castro. O TSE corrigiu erro em documento e confirmou que a escolha será indireta, feita pela Assembleia Legislativa. Paes questionou a imparcialidade dos deputados, citando ligações com o grupo político cassado. Ele também criticou riscos de irregularidades no processo eleitoral. O ex-prefeito mencionou ainda julgamento no STF sobre regras da eleição indireta. A Corte analisa decisão de Luiz Fux que suspendeu trechos da lei estadual. Segundo Paes, manter essas regras pode favorecer continuidade do grupo no poder. Ele concluiu criticando decisões passadas e alegando repetição de práticas políticas no estado.
ALISTAMENTO NOS EUA
O alistamento nos Estados Unidos passou a idade máxima para 42 anos, a vigorar a partir de 20 de abril, diferentemente do que vigorava anteriormente, 35 anos. A medida prestou-se para unificar as outras forças militares, a exemplo da Guarda Nacional e da Reserva. Em 2006, na Guerra do Iraque, o Exército fixou a idade máxima nos 42 anos, posteriormente reduzida para 35 anos. A Força Aérea e a Marinha admitem recrutas com idade de 40 anos, enquanto o Corpo de Fuzileiros Navais, tem limite estabelecido em 28 anos. A idade mínima é de 17 anos, com o consentimento dos pais.
ISRAEL EXISTE PARA DESTRUIR E MATAR
O governo e o Exército de Israel anunciaram hoje, 26, a morte de Alireza Tangsiri, comandante da Marinha da Guarda Revolucionária do Irã, em um bombardeio. Segundo o ministro da Defesa, Israel Katz, a operação foi “precisa e letal” e atingiu também outros oficiais de alto escalão. O Exército israelense afirmou que Tangsiri era responsável por ações para fechar o Estreito de Ormuz, rota por onde passa cerca de 20% do petróleo mundial. A via marítima está bloqueada há quase um mês devido à guerra envolvendo Irã, Estados Unidos e Israel. Ainda segundo Israel, o comandante liderou ataques contra petroleiros e navios comerciais na região. Ele foi descrito como peça central em ameaças à navegação e ao comércio global. O ataque ocorreu durante a noite em Bandar Abbas, no sul do Irã. No bombardeio, também morreu Behnam Rezaei, chefe de Inteligência naval da Guarda Revolucionária. Israel classificou Rezaei como figura-chave na inteligência marítima iraniana.
Até a última atualização, o Irã não havia confirmado oficialmente as mortes. Tangsiri era conhecido por ameaças frequentes aos EUA e por divulgar ações no Golfo Pérsico. A ofensiva faz parte de uma série de ataques contra lideranças iranianas desde o início do conflito.
DEPUTADA ZAMBELLI PODE SER EXTRADITADA
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