| Congressistas americanos |
Um dia após os ataques coordenados com Israel que mataram o líder supremo do Irã, congressistas dos EUA pressionam pela votação de um projeto que limita os poderes de guerra do presidente Donald Trump. Em janeiro, o Congresso tentou aprovar a “Resolução de Poderes de Guerra” após ações na Venezuela, quando Washington atacou Caracas e capturou Nicolás Maduro. O texto passou no Senado, mas foi barrado na Câmara. Após a ofensiva contra o Irã, parlamentares, sobretudo democratas, querem retomar a proposta. A Casa Branca informou que autoridades como Marco Rubio, Pete Hegseth, John Ratcliffe e o general Dan Caine farão um briefing ao Congresso. O senador Bernie Sanders classificou a guerra como inconstitucional e defendeu a aprovação da resolução. A iniciativa é liderada pelos deputados Ro Khanna e Thomas Massie, que consideram o ataque ilegal por falta de autorização do Congresso. Alexandria Ocasio-Cortez também criticou a ofensiva, dizendo que apenas o Congresso pode autorizar guerra.
Críticos afirmam que a ação ocorreu enquanto EUA e Irã mantinham negociações indiretas em Viena. Apesar de dissidências, a maioria dos republicanos apoiou a ofensiva e celebrou a morte do aiatolá Ali Khamenei. O senador Lindsey Graham elogiou Trump e chamou a operação de histórica. Já Markwayne Mullin afirmou que os EUA removeram um líder ilegítimo. O presidente iraniano Masoud Pezeshkian anunciou que um conselho provisório assumiu as funções do líder supremo. Trump afirmou que cabe ao povo iraniano decidir o futuro do país e que a ofensiva pode durar até quatro semanas.
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