O Tribunal de Contas do Distrito Federal (TCDF) iniciou nova etapa da análise da operação de crédito de até R$ 6,6 bilhões destinada à capitalização do Banco de Brasília (BRB). Antes de decidir sobre o pedido de suspensão da contratação, apresentado pelo deputado distrital Fábio Felix (PSol), o tribunal determinou que a Casa Civil, a Secretaria de Economia e o BRB apresentem, em cinco dias úteis, esclarecimentos e documentos técnicos. A decisão foi do conselheiro Inácio Magalhães Filho. Na representação, Félix afirma que a operação foi autorizada sem divulgação de informações essenciais, como condições do empréstimo, impactos fiscais e estudos que embasaram a proposta. Em análise preliminar, a área técnica do TCDF considerou a representação admissível e apontou ausência de dados sobre taxa de juros, custo total, prazo, carência, sistema de amortização, cronograma de desembolso e projeções financeiras. Segundo o parecer, essas informações são necessárias para verificar a conformidade da operação com a legislação de finanças públicas e as normas de responsabilidade fiscal.
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sexta-feira, 26 de junho de 2026
OPERAÇÃO DE CRÉDITO DO BRB EM ANÁLISE
O Tribunal de Contas do Distrito Federal (TCDF) iniciou nova etapa da análise da operação de crédito de até R$ 6,6 bilhões destinada à capitalização do Banco de Brasília (BRB). Antes de decidir sobre o pedido de suspensão da contratação, apresentado pelo deputado distrital Fábio Felix (PSol), o tribunal determinou que a Casa Civil, a Secretaria de Economia e o BRB apresentem, em cinco dias úteis, esclarecimentos e documentos técnicos. A decisão foi do conselheiro Inácio Magalhães Filho. Na representação, Félix afirma que a operação foi autorizada sem divulgação de informações essenciais, como condições do empréstimo, impactos fiscais e estudos que embasaram a proposta. Em análise preliminar, a área técnica do TCDF considerou a representação admissível e apontou ausência de dados sobre taxa de juros, custo total, prazo, carência, sistema de amortização, cronograma de desembolso e projeções financeiras. Segundo o parecer, essas informações são necessárias para verificar a conformidade da operação com a legislação de finanças públicas e as normas de responsabilidade fiscal.
RÚSSIA EM COLAPSO COM A GUERRA
Quando a Rússia invadiu a Ucrânia em 2022, muitos previram um colapso econômico rápido devido às sanções e ao isolamento financeiro. Isso não ocorreu de imediato. Por dois anos, o país manteve crescimento de 4,3% ao ano, impulsionado por gastos militares recordes, exportações de petróleo para China e Índia e forte estímulo fiscal. O cenário começou a mudar em 2025, quando o crescimento caiu para 1%. A desaceleração foi atribuída aos juros elevados usados para conter a inflação, que encerrou o ano em 5,6%. Em 2026, a economia entrou em nova fase de fragilidade. O PIB recuou 0,3% no primeiro trimestre, pressionado por juros altos, sanções persistentes e valorização do rublo. O governo reduziu sua projeção de crescimento anual para apenas 0,4%. A divisão interna da economia tornou-se evidente. Os setores ligados à guerra cresceram 20% em 2025, enquanto o restante da indústria praticamente estagnou. Fábricas militares operam no limite, mas setores civis enfrentam cortes de produção e fechamento de unidades.
MANCHETES DE ALGUNS JORNAIS DE HOJE, 26/06/2026
CORREIO BRAZILIENSE - BRASÍLIA/DF
Operação desmonta esquema bilionário de roubo e venda de cobre
Operação da Polícia Civil atinge dois grupos criminosos ligados à receptação de cabos furtados, lavagem de dinheiro e fraude tributária
O GLOBO - RIO DE JANEIRO/RJ
Vídeo de Michelle divide bolsonarismo e pressiona Flávio no voto feminino e evangélico
Desde o início do ano, pesquisas internas vêm orientando Flávio a uma estratégia voltada para mulheres, que representam mais da metade do eleitorado
FOLHA DE SÃO PAULO - SÃO PAULO/SP
Terremotos abalam uma Caracas com construções vulneráveis devido à crise econômica na Venezuela
Capital tem estrutura antiga, e país convive com interrupção constante de rede elétrica, o que pode dificultar buscas Até a noite desta quinta (25), autoridades haviam confirmado 235 mortos, número que deve crescer nos próximos dias
TRIBUNA DA BAHIA - SALVADOR/BA
Planalto trata saída de Wagner da liderança como temporária
O palácio do Planalto considera temporário o afastamento do senador Jaques Wagner (PT-BA) da liderança do governo no Senado Federal
CORREIO DO POVO - PORTO ALEGRE/RS
Sobe para 235 o número de mortos por terremotos na Venezuela
Milhares de pessoas seguem desaparecidas após desastre natural na região de La Guaira
DIÁRIO DE NOTÍCIAS - LISBOA/PT
Eleições internas do Chega ameaçam incumbentes e paz entre os deputados
quinta-feira, 25 de junho de 2026
TERREMOTO: 188 MORTOS, 1.520 FERIDOS E 200 NOS ESCOMBROS
O tremor principal desta quarta ocorreu 39 segundos após um sismo precursor de magnitude 7,2, ambos registrados no norte do país, próximo a Yumare. Diversas réplicas foram detectadas em seguida. Segundo o serviço geológico dos EUA (USGS), os terremotos resultaram de um movimento de deslizamento lateral entre as placas tectônicas do Caribe e da América do Sul. A sequência de dois fortes tremores em curto intervalo sugere uma interação complexa de rupturas geológicas. O maior terremoto já registrado no mundo ocorreu em 1960, na região de Biobío, no Chile, com magnitude 9,5. O USGS destaca que os danos de um terremoto dependem não apenas da magnitude, mas também das condições do solo, profundidade do foco, distância do epicentro, qualidade das construções e densidade populacional da área afetada.
RADAR JUDICIAL
DEOLANE É SUSPENSA DA OAB
A Suécia soma 3 pontos e ainda disputa a classificação. A Tunísia está eliminada da competição. A rodada decisiva do grupo F ocorre nesta quinta-feira (25). Holanda e Tunísia jogam em Kansas City, às 20h. Suécia e Japão se enfrentam no mesmo horário em Dallas. Holanda e Japão podem decidir a liderança no saldo, confronto direto ou fair play. Suécia aposta em Gyökeres e Isak para buscar a classificação. Brasil aguarda a definição para conhecer seu próximo adversário no Mundial.
TRUMP PROMOVE SUA IMAGEM NAS COMEMORAÇÕES
O presidente Donald Trump abriu, na quarta-feira (24), as comemorações dos 250 anos dos Estados Unidos com um discurso de tom político, destacando sua agenda de governo. Em Washington, afirmou que o país “está de volta” e vive um momento de fortalecimento econômico e internacional. Trump citou a ofensiva contra o Irã como uma vitória americana e classificou a captura de Nicolás Maduro como uma das maiores operações militares da história. Também elogiou a economia e criticou duramente o governo de Joe Biden, chamando-o de “desastre total”. O evento marcou o início da Grande Feira Americana, festival gratuito que celebra os 250 anos da Declaração de Independência. A programação, até 10 de julho, reúne exposições dos 50 estados e seis territórios, apresentações culturais, shows, exibições militares e atrações populares no National Mall. Críticos afirmam que a celebração histórica acabou servindo como palco para promover a imagem política de Trump.
INFLAÇÃO AVANÇA PARA 4,1% NOS EUA
O tema ganhou peso político às vésperas das eleições legislativas de novembro. Diante do cenário, o Fed manteve os juros entre 3,5% e 3,75%, mas indicou a possibilidade de novas altas ainda neste ano. O mercado aposta que o primeiro aumento poderá ocorrer em setembro. Apesar da inflação, o consumo segue forte. Os gastos das famílias cresceram 0,7% em maio, após alta de 0,4% em abril, sustentados por restituições de impostos e pela recuperação do mercado financeiro. No mercado de trabalho, os pedidos de auxílio-desemprego caíram para 215 mil na semana encerrada em 20 de junho, abaixo das expectativas. O resultado reforça a percepção de resiliência da economia americana, embora as empresas permaneçam cautelosas nas contratações.
TRUMP DESENTENDE COM REPUBLICANOS
Encontro fechado entre Donald Trump e senadores republicanos terminou em bate-boca. A reunião ocorreu em Washington na quarta-feira (24). O clima foi descrito como de forte tensão e houve gritos. O principal conflito envolveu a guerra dos EUA contra o Irã. Senadores demonstraram preocupação com a escalada militar. O senador Bill Cassidy foi um dos principais envolvidos no embate. Ele questionou a estratégia do governo e pediu mais transparência. Trump reagiu com críticas diretas e duras a Cassidy. O presidente também pressionou por apoio às suas pautas legislativas. Entre elas, o projeto eleitoral conhecido como “SAVE America Act”. Trump condicionou apoio a outros projetos à aprovação dessa agenda. Outro tema discutido foi um projeto bipartidário de habitação. O presidente teria ameaçado não sancionar a proposta. Isso aumentou o desconforto entre parlamentares republicanos. A reunião expôs divisões dentro do Partido Republicano. Alguns senadores criticaram a condução da política externa. Outros apoiaram a postura mais dura de Trump em relação ao Irã.
MINISTRO GILMAR VIOLA REGRAS DA MAGISTRATURA
Já Ana Laura Pereira Barbosa (ESPM) avalia que as falas violam a Loman por tratarem de processos pendentes e julgamentos de colegas. Ela destaca que há uma linha tênue entre explicar decisões e antecipar resultados de julgamentos. No caso analisado, diz que Gilmar teria ultrapassado esse limite ao prever posições futuras do STF. A professora lembra que existe debate sobre a aplicação da Loman a ministros do Supremo, já que não estão sob o CNJ. Para ela, isso reforça a necessidade de um código de conduta específico para o STF. Luisa Moraes Abreu Ferreira (FGV Direito SP) também vê comentários como vedados pela Loman. Ela aponta que falas sobre casos concretos e colegas em julgamento são proibidas pela lei. No entanto, ressalta que esse tipo de conduta é recorrente entre magistrados de tribunais superiores. Segundo ela, faltam mecanismos de controle e sanção para esse tipo de manifestação pública.
SENADOR FLÁVIO DESENTENDE COM EX-PRIMEIRA-DAMA
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) negou, na noite de ontem, 24, ter humilhado a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL), que havia afirmado em vídeos ter sido desrespeitada e maltratada pelo enteado. Flávio afirmou nunca ter desrespeitado, maltratado ou humilhado qualquer mulher e disse que jamais faria isso com a esposa de seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro. Em nota, declarou ter 45 anos, 24 anos de vida pública e ser reconhecido por equilíbrio, educação e respeito, inclusive com adversários políticos. Ele disse que não ofendeu Michelle e, caso isso tenha ocorrido, pediu desculpas. O senador afirmou respeitar a ex-primeira-dama pelo trabalho no PL, pelo cuidado com Jair Bolsonaro e pelo que representa para o país. Disse que a família vive um momento difícil e afirmou compreender a angústia de Michelle diante da situação do ex-presidente. Relatou também sua rotina de viagens pelo Brasil, o afastamento da família e ameaças de morte, dizendo seguir focado em sua missão política.
SINDICATO CONTRATOU ATRIZ PARA MANIFESTAR SOBRE PEC
O sindicato que representa servidores do Banco Central contratou a atriz Luana Piovani por R$ 300 mil para gravar um vídeo contrário à PEC da autonomia financeira e administrativa da instituição. O pagamento foi autorizado pelo conselho regional do Sinal no Distrito Federal. A ata da reunião que ocorreu virtualmente em 9 de junho, mesmo dia em que o vídeo foi publicado por Piovani no Instagram, aprovou a contratação e foi obtida pela imprensa após a divulgação do caso. Na postagem, a atriz usou a hashtag #publi, indicando conteúdo pago, e marcou o sindicato. Segundo a ata, a presidente do Sinal-DF defendeu maior atuação nas redes contra a PEC. Ela afirmou que era necessário alertar sobre os “riscos” da proposta em discussão no Senado. Foi então sugerida a contratação de Luana Piovani para a campanha de comunicação. O sindicato destacou o histórico da atriz em temas sociais como justificativa. Antes da reunião, a dirigente já havia conversado com Piovani sobre valores e participação. O pagamento de até R$ 300 mil foi colocado em votação pelo conselho. A proposta previa vídeo e postagem no perfil da atriz. A contratação foi aprovada com cinco votos favoráveis e uma abstenção. A ata registra que o pagamento só ocorreria após aprovação formal do conselho.
TERREMOTO NA VENEZUELA
EM JULGAMENTO A PATENTE DE BOLSONARO
Caso seja considerado indigno para o oficialato, Bolsonaro perderá o posto de capitão reformado e deixará de receber o soldo, que passará a ser convertido em pensão para dependentes. O processo decorre da condenação do ex-presidente, em 2025, a 27 anos e três meses de prisão por liderar a trama golpista relacionada aos atos de 8 de janeiro de 2023. Atualmente, ele cumpre prisão domiciliar humanitária temporária por decisão do ministro Alexandre de Moraes. O STM também analisa a situação de outros militares envolvidos no caso, entre eles o almirante da reserva Almir Garnier, que obteve autorização para produzir novas provas em sua defesa.