As investigações revelaram que o réu tinha histórico de agressões e ameaças contra Tainara, além de passagens por porte ilegal de arma e desacato. Segundo relatos, Wesly cresceu em um lar violento, onde o pai, ex-policial militar, agredia a mãe e chegou a responder por homicídio. Tainara era descrita como trabalhadora e dedicada, mas sofreu anos de violência psicológica e física. Amigos contaram que ela temia denunciar o agressor por causa da influência do ex-sogro. A separação definitiva havia ocorrido uma semana antes do crime. Durante seis meses em que Wesly esteve preso, era ela quem o visitava e cuidava dele — gesto retribuído com crueldade e morte.
A ferramenta CriptoJud, em testes no Brasil, permitirá que juízes bloqueiem criptomoedas diretamente em corretoras nacionais, segundo o CNJ, agora presidido pelo ministro Edson Fachin (STF). O órgão também destacou o avanço da ferramenta Sniper, voltada à localização e indisponibilidade de bens de devedores. O CriptoJud, lançado em 2024 e apresentado por Luís Roberto Barroso em 2025, complementa o SisbaJud, que não alcança criptoativos. O novo sistema permitirá ordens judiciais automáticas de bloqueio, custódia e liquidação de criptoativos, sem necessidade de envio de ofícios às corretoras. Assim, juízes poderão consultar e bloquear valores de forma integrada e imediata. Caso o investigado possua criptomoedas, as corretoras deverão retê-las e colocá-las à disposição da Justiça. Ainda não está definido se os ativos serão convertidos em reais ou mantidos em carteiras judiciais.
Curitiba/PR, 7 de outubro de 2025.











