Os quatro integrantes da comissão contrários ao projeto defenderam o adiamento da votação. Alegaram dúvidas jurídicas, ausência de recursos aprovados pelo Congresso e questionamentos sobre as justificativas militares apresentadas pelo secretário de Defesa, Pete Hegseth. A maioria da comissão, controlada por aliados de Trump, rejeitou o adiamento, enquanto o governo manifestava intenção de começar imediatamente os trabalhos. A decisão judicial atende a preocupações de veteranos militares e dos procuradores-gerais de Washington e da Virgínia, que entraram com uma ação para impedir a construção. Desde que retornou à Casa Branca, em janeiro de 2025, Trump tem promovido obras e reformas para deixar sua marca na capital americana. Entre os projetos está a construção de um grande salão de baile na residência presidencial, que exigiu a demolição de uma ala inteira da Casa Branca. A Suprema Corte, entretanto, decidiu que o autor de uma ação contra esse projeto não tinha legitimidade para questioná-lo. Trump também determinou a reforma do espelho d'água do National Mall e propôs mudanças no histórico campo de golfe East Potomac, incluindo a derrubada de centenas de árvores. Nesse caso, um juiz suspendeu a iniciativa. Na quinta-feira (5), o presidente assinou ainda um documento que declarou o Salão Oval da Casa Branca um "monumento histórico".

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