O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) recebeu ontem, 9, uma segunda denúncia de assédio contra o ministro Marco Aurélio Buzzi, do Superior Tribunal de Justiça (STJ). O caso tramita sob sigilo rigoroso para preservar as investigações e a identidade das vítimas. A nova denúncia agrava a situação do ministro, que já era investigado por um episódio ocorrido em 9 de janeiro, em Balneário Camboriú (SC). A primeira vítima, uma jovem de 18 anos, acusou Buzzi de importunação sexual durante um banho de mar. O ministro é alvo de procedimentos no CNJ, no Supremo Tribunal Federal (STF), devido ao foro privilegiado, e de sindicância interna no STJ. Caso as denúncias sejam comprovadas, ele pode ser punido com aposentadoria compulsória.
Desde que o caso veio à tona, Buzzi solicitou licença médica de 10 dias e está internado em hospital de Brasília. Paralelamente, pessoas próximas ao ministro são investigadas pela Polícia Federal por suspeita de venda de decisões judiciais. A Corregedoria do CNJ informou que realizou oitiva de possível nova vítima e abriu outra reclamação disciplinar. A defesa do ministro nega as acusações, aponta irregularidades processuais e critica vazamentos de informações.
O dirigente opositor venezuelano Juan Pablo Guanipa foi preso novamente no domingo,8,
Em pronunciamento oficial em redes de rádio e televisão no domingo, 8, o ministro da Educação, Camilo Santana, afirmou que a taxa de alfabetização das crianças brasileiras subiu de 36%, antes do atual mandato de Lula, para 60% em 2024. Dados do MEC, porém, indicam índice de 59,2%, ligeiramente abaixo da meta. O levantamento considera crianças alfabetizadas até os 7 anos. /i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2023/b/4/bQGSsCSH2NgCDyzBP74w/whatsapp-image-2023-07-14-at-16.19.26.jpeg)
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