Na segunda-feira, Trump anunciou ter recebido garantias de Netanyahu de que Beirute seria poupada de novos ataques, enquanto o Hezbollah teria prometido interromper disparos contra Israel. O presidente classificou o entendimento como um passo importante para a paz. Analistas destacam que EUA, Israel e Irã enfrentam pressões distintas. Trump busca uma solução rápida para evitar impactos econômicos e eleitorais, especialmente diante da alta dos combustíveis. Já o Irã, segundo especialistas, acredita estar em posição favorável e demonstra menos urgência para concluir um acordo. Para o professor Juliano Cortinhas, da UnB, a histórica aliança entre EUA e Israel limita a capacidade americana de atuar como mediadora imparcial no Oriente Médio. Ele avalia que essa relação tem enfraquecido a influência diplomática de Washington e dificultado a busca por estabilidade na região.
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