Outro alvo de críticas são os chamados “jabutis” incluídos pelo Congresso em projetos do setor elétrico. Emendas inseridas no marco legal das eólicas offshore criaram obrigações e subsídios que, segundo estimativas, acrescentarão R$ 197 bilhões em custos ao longo de 25 anos. Representantes da indústria defendem uma reforma ampla do setor a partir de 2027 para reduzir subsídios, aumentar a eficiência e conter o avanço das tarifas. Já o MME sustenta que suas medidas integram uma estratégia de modernização e destaca economias obtidas com renegociação de contratos e mudanças regulatórias. Embora reconheçam avanços recentes, especialistas afirmam que ainda falta uma política integrada capaz de resolver os desequilíbrios estruturais do sistema elétrico brasileiro e evitar novos aumentos na conta de luz.
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