GROENLÂNIDA: TRUMP APLICA TARIFA
REAJUSTE DE 351,36% EM PLANO DE SAÚDEGROENLÂNIDA: TRUMP APLICA TARIFA
REAJUSTE DE 351,36% EM PLANO DE SAÚDE
O futuro de Portugal começa a ser decidido hoje, quando 11.039.672 eleitores vão às urnas para escolher, entre 11 candidatos, o próximo presidente da República. Apesar de liderar as pesquisas, André Ventura, do partido de extrema-direita Chega, tem poucas chances reais de vencer. A tendência é de que a disputa vá para o segundo turno, marcado para 8 de fevereiro. A principal incógnita é quem enfrentará Ventura nessa nova rodada. As sondagens apontam o socialista António José Seguro e o direitista Luís Marques Mendes como principais adversários. Mesmo sem vitória, a eleição deve consolidar o crescimento do Chega no cenário político. Na reta final da campanha, Ventura demonstrou otimismo e pediu apoio de partidos de direita para barrar o socialismo. Mendes afirmou querer ser um presidente moderado e defensor da estabilidade democrática. Seguro, por sua vez, pediu mobilização dos eleitores e disse confiar na vitória.
A delegada Layla Lima Ayub, de 36 anos, presa na sexta-feira (16/1), admitiu em depoimento que “deu bobeira” ao manter relações pessoais e profissionais hoje investigadas por ligação com o PCC. A prisão temporária ocorreu no âmbito da Operação Serpens, do Ministério Público. Layla tomou posse na Polícia Civil de SP em 19 de dezembro de 2025 e ainda estava em estágio probatório. Menos de um mês depois, foi presa. Segundo as investigações, mesmo após assumir o cargo, continuou atuando como advogada criminalista. Em 28 de dezembro, defendeu em Marabá (PA) um integrante do PCC, o que é proibido. O MP afirma que a delegada mantinha relacionamento com Jardel Neto Pereira da Cruz, o “Dedel”, integrante do PCC.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou ontem, 17/, que pretende impor tarifas a países europeus que se oponham ao plano de anexação da Groenlândia. Segundo o republicano, a partir de 1º de fevereiro de 2026, Dinamarca, Noruega, Suécia, França, Alemanha, Reino Unido, Países Baixos e Finlândia serão taxados em 10% sobre todos os produtos exportados aos EUA. Em 1º de junho de 2026, a tarifa subiria para 25%. Trump afirmou que a medida valerá até que os EUA consigam adquirir “completa e totalmente” a Groenlândia. O anúncio foi feito em publicação na rede Truth Social. Desde o início de seu segundo mandato, o presidente tem defendido a anexação da ilha, que considera estratégica para a segurança nacional. Segundo ele, o território é essencial para o projeto do “Domo de Ouro”, escudo antimísseis inspirado no Domo de Ferro de Israel. A Groenlândia está localizada entre os EUA e a Rússia, sendo vista como área-chave no Ártico. Diante das ameaças, países europeus enviaram tropas à região, e os EUA já mantêm uma base militar na ilha. A Dinamarca, responsável pela Groenlândia, pediu apoio internacional para reforçar a defesa. O governo americano afirmou que o envio de tropas europeias não altera a decisão de Trump.
O presidente também ironizou a capacidade militar local e disse que os EUA obterão a ilha “de um jeito ou de outro”. Para Trump, se os EUA não agirem, Rússia ou China podem ocupar a região. Ele declarou que a medida é necessária para garantir a segurança global. O republicano ainda disse que os EUA estão abertos a negociações com a Dinamarca. As tarifas, segundo ele, são uma forma de pressão para viabilizar o acordo. A proposta tem gerado forte reação política e diplomática na Europa. O caso reacende tensões entre Washington e aliados tradicionais. A Groenlândia volta ao centro de uma disputa geopolítica no Ártico. A crise envolve interesses militares, econômicos e estratégicos. O tema deve dominar a agenda internacional nos próximos meses. A decisão também pode afetar o comércio entre EUA e União Europeia. Especialistas alertam para riscos de escalada diplomática. A postura de Trump reforça o uso de tarifas como instrumento político. A iniciativa é vista como sem precedentes entre países aliados. O impasse pode impactar a segurança do hemisfério norte. As negociações seguem em aberto.
Milhares de pessoas protestaram ontem, 17), em Copenhague e Nuuk contra as ameaças do presidente dos EUA, Donald Trump, de anexar a Groenlândia. A ilha é um território autônomo da Dinamarca, com cerca de 56 mil habitantes. Os organizadores estimaram mais de 20 mil manifestantes na capital dinamarquesa. Trump afirma que a Groenlândia é vital para a segurança americana e não descarta o uso da força. Países europeus enviaram militares à ilha a pedido da Dinamarca. Pesquisa de janeiro de 2025 mostrou que 85% dos groenlandeses rejeitam integrar os EUA. Trump anunciou tarifas extras de 10% a países europeus contrários à anexação. Em Copenhague, manifestantes gritavam que a Groenlândia não está à venda. Frases como “Não significa não” e “Tire as mãos da Groenlândia” foram exibidas. O protesto seguiu até a embaixada dos EUA. Para participantes, trata-se do direito de autodeterminação do povo groenlandês. Alguns usavam bonés com o slogan “Make America Go Away”. Em Nuuk, centenas marcharam até o consulado americano.
O primeiro-ministro Jens-Frederik Nielsen liderou o ato. Moradores afirmaram que não querem uma invasão dos EUA. Desde que voltou ao poder, Trump insiste em controlar a ilha. Ele diz que fará isso “de uma maneira ou de outra”. O objetivo seria conter Rússia e China no Ártico. O assessor Stephen Miller reforçou o interesse americano. Segundo ele, a Dinamarca não consegue defender a Groenlândia. Autoridades dinamarquesas se reuniram com os EUA em Washington. Não houve acordo entre as partes. As tensões diplomáticas continuam crescendo. A questão envolve soberania e direito internacional. A Groenlândia segue no centro de uma disputa geopolítica. A população local mantém forte oposição à anexação. Os protestos devem continuar. O tema preocupa a Europa e a comunidade internacional.
A Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal (ADPF) divulgou nota manifestando “elevada preocupação” com a condução das investigações sobre o Banco Master, controlado por Daniel Vorcaro. O inquérito tramita no Supremo Tribunal Federal, sob relatoria do ministro Dias Toffoli, e tem sido marcado por divergências entre o STF e a Polícia Federal. A entidade reconhece a importância da atuação conjunta entre as instituições, mas aponta indícios de que prerrogativas legais dos delegados vêm sendo indevidamente mitigadas. Segundo a ADPF, cabe à Polícia Federal a condução da investigação criminal, com observância de protocolos técnicos e planejamento próprio. A associação destaca que a produção de provas deve ocorrer de forma progressiva e com preservação rigorosa da cadeia de custódia.
A nota menciona decisões recentes de Toffoli, como a determinação de lacração de materiais apreendidos e a nomeação nominal de peritos. Há também registros de imposição de prazos exíguos e de medidas investigativas à margem do planejamento policial. A PF ainda aguarda autorização para apurar o uso de influenciadores digitais em possível ação coordenada contra órgãos públicos. Para a ADPF, tais práticas destoam dos protocolos institucionais e geram perplexidade. A entidade conclui defendendo o restabelecimento de uma atuação harmônica, cooperativa e juridicamente balizada entre a PF e o STF.
A escalada do conflito entre a Casa Branca e o Federal Reserve acendeu alerta entre economistas e investidores no mundo. Para críticos, os ataques de Donald Trump ao banco central ameaçam a economia global e a credibilidade institucional dos EUA. Há precedentes internacionais, como na Turquia, onde a intervenção política gerou inflação e desvalorização da moeda. Nos EUA, porém, a gravidade é maior: Trump passou a acusar o presidente do Fed, Jerome Powell, de irregularidades. Powell é investigado por causa de uma reforma da sede do Fed, orçada em US$ 2,5 bilhões, e afirma que isso visa forçar cortes de juros. A reação foi imediata, com defesa da independência do Fed por parlamentares e líderes financeiros. Jamie Dimon e Christine Lagarde destacaram a importância da autonomia monetária. Os mercados reagiram com relativa calma, apostando que o Fed resistirá à pressão. Ainda assim, economistas alertam para danos institucionais duradouros. O embate enfraquece um dos pilares da liderança econômica americana no pós-guerra. Especialistas veem risco à governança e ao Estado de Direito nos EUA.
Trump, que indicou Powell, intensificou ataques no segundo mandato. A Casa Branca questiona os custos da reforma, hoje acima do previsto. Powell reagiu publicamente e recebeu apoio até de republicanos. O Tesouro defende revisão interna, mas teria alertado contra a investigação. A crise dificulta a nomeação de um sucessor e amplia a incerteza no Fed. Investidores começam a diversificar para fora do dólar. Não há fuga em massa, mas um movimento defensivo. O temor é a politização da política monetária. Economistas alertam para autocensura dentro do Fed. O episódio cria um precedente perigoso. Dirigentes podem evitar contrariar o presidente por medo de retaliações. Isso enfraquece a confiança internacional. A imagem dos EUA como líder institucional é afetada. O conflito tende a ter efeitos além do curto prazo. A credibilidade do sistema financeiro está em jogo. O mundo observa com preocupação. Mesmo sem condenações, o dano já é significativo.
CORREIO BRAZILIENSE - BRASÍLIA/DF
O GLOBO - RIO DE JANEIRO/RJ
FOLHA DE SÃO PAULO - SÃO PAULO/SP
TRIBUNA DA BAHIA - SALVADOR/BA
CORREIO DO POVO - PORTO ALEGRE/RS
DIÁRIO DE NOTÍCIAS - LISBOA/PT
SUZANE TENTA LIBERAR CORPO DO TIO, ENCONTRADO MORTO
DÍVIDA PRESCRITA SEM COBRANÇA JUDICIAL
A Casa Branca anunciou ontem, 16, a criação do Conselho da Paz, órgão presidido por Donald Trump para supervisionar um governo tecnocrático na Faixa de Gaza. A medida faz parte do acordo de cessar-fogo entre Israel e o Hamas, que prevê a saída do grupo do governo do território e seu eventual desarmamento, ainda incerto. Integram o conselho o secretário de Estado Marco Rubio; o ex-premiê britânico Tony Blair; os enviados de Trump Steve Witkoff e Jared Kushner; o bilionário Marc Rowan; o presidente do Banco Mundial, Ajay Banga; e o assessor Robert Gabriel. A maioria dos integrantes tem perfil empresarial ou financeiro, refletindo a visão de Trump de transformar Gaza em um polo de investimentos, turismo e mercado imobiliário. O Conselho da Paz ficará acima do Comitê Nacional para o Governo de Gaza (NCAG), liderado por Ali Shaath, ex-ministro da Autoridade Palestina, responsável pela reconstrução do território.Segundo a Casa Branca, Shaath coordenará a restauração de serviços públicos e instituições civis para estabilizar a vida da população. Com a iniciativa, Trump cumpre promessa feita em fevereiro de 2025, quando afirmou que os EUA assumiriam o controle de Gaza, declaração depois parcialmente recuada. Agora, Washington terá controle administrativo e militar do território. O plano de paz, aceito por Israel e Hamas e aprovado pela ONU, prevê ainda uma força militar de estabilização liderada pelo general americano Jasper Jeffers, com participação de países árabes. O Hamas afirma que só se desarmará com a criação de um Estado palestino, hipótese rejeitada pelo premiê israelense Binyamin Netanyahu. Apesar da trégua, Israel mantém controle de áreas de Gaza e bombardeios continuam; segundo autoridades locais, 449 palestinos morreram desde o início do cessar-fogo.
Uma investigação da Polícia Federal cita mensagens que indicariam compra de votos com cestas básicas e gasolina envolvendo o promotor João Paulo Furlan, irmão do prefeito de Macapá, Dr. Furlan (MDB), e Gleison Fonseca da Silva, suspeito de crime eleitoral. João Paulo Furlan foi afastado por 60 dias pelo CNMP, segundo decisão publicada na terça-feira (13). Gleison aparece no site da Prefeitura de Macapá como ouvidor-geral. Em dezembro de 2020, Gleison foi abordado pela PF com R$ 1.210 em espécie, um celular e materiais de campanha do então candidato eleito prefeito. Ele afirmou que o dinheiro era do 13º salário. Em fevereiro de 2021, a Justiça Eleitoral autorizou a extração de dados do celular apreendido. Entre as conversas analisadas, há diálogos entre Gleison e o promotor. Em uma mensagem, João Paulo orienta a entrega de 13 cestas básicas a uma mulher, informando que enviaria o contato dela.
Segundo a PF, as conversas indicam laços próximos entre os dois, sendo Gleison apontado como homem de confiança do promotor em assuntos políticos. O relatório afirma que João Paulo teria participado da articulação da campanha, orientado postagens em redes sociais e respostas a jornalistas. A PF sustenta ainda que ele teria atuado como um dos responsáveis financeiros, com indícios de pagamentos, compra de cestas básicas e acertos para transporte de eleitores. Há também registros de transferências bancárias entre Gleison e João Furlan. Segundo a investigação, até o momento não há indícios de uso do cargo de promotor para a prática dos crimes. Procurado, João Paulo Furlan disse que não pode comentar o caso por estar sob sigilo.