A primeira sessão do Ano Judiciário de 2026, em 4 de fevereiro, terá ações que contestam regras do CNJ sobre o uso de redes sociais por magistrados. AMB e Ajufe afirmam que a norma viola a liberdade de expressão e de pensamento. O relator é o ministro Alexandre de Moraes. As regras atingem todos os magistrados, exceto ministros do STF. Em 11 de fevereiro, o STF julgará ação contra a criação da SecexConsenso no TCU. O Partido Novo sustenta violação à legalidade, moralidade e separação de Poderes. A relatoria é do presidente do STF, ministro Edson Fachin. A secretaria foi criada em 2022, na gestão de Bruno Dantas. Segundo Dantas, a solução consensual representa avanço do direito administrativo.
O STF também decidirá se crimes contra espécies ameaçadas cabem à Justiça Federal. O tema terá repercussão geral e processos estão suspensos até decisão final. O STJ decidiu que imóvel hipotecado pode ser impenhorável se servir de moradia familiar. A decisão foi unânime, sob relatoria do ministro Ricardo Villas Bôas Cueva. O presidente Lula sancionou lei que inclui professores da educação infantil no magistério. A aplicação depende de regulamentação por estados, municípios e DF. O CNJ lançará cartilha sobre entrega voluntária de crianças para adoção.
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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, publicou na Truth Social uma mensagem incentivando protestos no Irã e defendendo, de forma inédita, a queda do regime teocrático dos aiatolás. No texto, pediu que manifestantes tomem instituições, guardem nomes de responsáveis pela repressão e afirmou ter cancelado reuniões com autoridades iranianas, encerrando com o slogan “MIGA” (“Tornem o Irã grande novamente”). A reação em Teerã foi imediata. O chefe do Conselho Supremo de Segurança Nacional, Ali Larijani, acusou Trump e o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, de serem “assassinos do povo iraniano” e afirmou que Washington busca um pretexto para intervenção militar. Trump também anunciou tarifas de 25% contra países que mantêm negócios com o Irã e aconselhou cidadãos de nações aliadas a deixarem o país. Parlamentares republicanos apoiaram o discurso e defenderam tornar a mudança de regime “inevitável”.
Seis procuradores federais de Minnesota renunciaram em protesto após pressão do Departamento de Justiça dos EUA para investigar a viúva de uma mulher morta por um agente do ICE e pela relutância em apurar a conduta do atirador.