O ministro do STJ Marco Buzzi é alvo de representação no CNJ após uma jovem afirmar ter sido assediada durante férias de janeiro em Balneário Camboriú (SC). A informação foi divulgada pelo Metrópoles e confirmada pela Folha. A jovem é filha de amigos do magistrado, e a família estava hospedada em sua casa de praia. Em nota, Buzzi negou as acusações e disse repudiar qualquer ilação de ato impróprio. A representação foi formalizada na Corregedoria Nacional de Justiça, que informou que o caso tramita em sigilo. Depoimentos já foram colhidos. Segundo a denúncia, a jovem entrou no mar quando o ministro já estava na água e ele teria tentado agarrá-la. Ela relatou o episódio aos pais, a família deixou o local e registrou boletim de ocorrência.Buzzi integra o STJ desde 2011 e atua na Quarta Turma, voltada ao direito privado. A família é representada pelo advogado Daniel Bialski, que afirmou aguardar rigor nas apurações. O caso pode gerar inquérito no STF, por envolver autoridade com foro privilegiado, por possível crime de importunação sexual. No CNJ, tramita a apuração administrativa, que pode resultar em punições como suspensão ou aposentadoria compulsória.
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