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quarta-feira, 4 de fevereiro de 2026

ESTÚPIDA A MANIFESTAÇÃO DE PRÊMIO DA PAZ DA FIFA PARA TRUMP

O presidente da Fifa, Gianni Infantino, afirmou ser contrário a boicotes à Copa do Mundo de 2026 nos Estados Unidos, defendendo que essas iniciativas apenas alimentam “mais ódio”. A declaração foi dada em entrevista à Sky News, após governantes europeus apoiarem um boicote em reação a ameaças do presidente americano Donald Trump. Infantino comparou a situação ao comércio internacional, questionando por que o futebol deveria ser alvo de sanções se países seguem mantendo relações econômicas com os EUA. Para ele, em um mundo dividido, o futebol deve servir como espaço de encontro e união entre as pessoas. Em janeiro, a Alemanha registrou apelos por boicote ao Mundial, que será disputado no Canadá, EUA e México, em meio a tensões políticas envolvendo a Groenlândia, tarifas comerciais e a política anti-imigração americana. Também houve preocupação com a segurança de torcedores após ações da polícia de imigração nos EUA. 

O dirigente defendeu ainda a concessão do primeiro “Prêmio da Paz da Fifa” a Trump, afirmando que o presidente “objetivamente merece” a honraria. Infantino desconhece as agressões criminosas de Trump, a exemplo do Irã ou contra os palestinos. O dirigente declarou favorável ao retorno da Rússia e de seus clubes às competições internacionais, das quais foram excluídos após a invasão da Ucrânia em 2022. Segundo ele, a exclusão só gerou frustração e ódio, e o futebol juvenil poderia ser um caminho positivo. A posição foi celebrada pelo Kremlin e pela federação russa, mas criticada duramente pela Ucrânia, cujo ministro dos Esportes classificou as declarações como “irresponsáveis”. O governo ucraniano lembrou que centenas de crianças morreram no conflito, afirmando que a Rússia não respeita os valores do esporte.

 

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