O novo presidente do TJ-SP, desembargador Francisco Eduardo Loureiro, afirmou ontem, 2, que a corte manterá a política de remuneração dos magistrados, incluindo os chamados penduricalhos. Segundo ele, não haverá mudanças nos pagamentos de subsídios, indenizações ou adicionais previstos atualmente. Em entrevista após evento do IASP, Loureiro disse que os valores pagos seguem a legislação vigente e decisões judiciais. O teto da magistratura estadual equivale a 90,25% do salário dos ministros do STF, hoje acima de R$ 46 mil. Na prática, porém, juízes e desembargadores recebem acima desse limite devido a verbas adicionais. Esses valores incluem indenizações como auxílio-alimentação, saúde, moradia, abonos e pagamentos retroativos. Loureiro rejeitou o termo “penduricalhos” e afirmou que se tratam de verbas legais referentes a períodos anteriores. Segundo ele, esses valores são pagos de forma parcelada.
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