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sexta-feira, 5 de janeiro de 2024

EX-JUÍZA EM "ASILO POLÍTICO"

A juíza com o guru de Bolsonaro
A ex-juíza Ludmila Lins Grilo, na rede social, informou que deixou o Brasil, em 2022, passando a residir nos Estados Unidos, depois de enfrentar perseguição política e considera-se exilada. A ex-magistrada afirmou que exerceu seu trabalho, por videoconferência, quando já estava nos Estados Unidos e manteve em segredo esse cenário para ser preservada. Declarou Ludmila: "Eu era uma juíza em atividade quando aportei em terras americanas. Em silêncio, continuei exercendo meu trabalho por videoconferência, cumprindo toda a agenda diária da vara criminal. Sofri calada todo tipo de difamação quanto à minha conduta profissional, pois ainda não podia revelar que eu não morava mais no Brasil". Disse mais: "No dia de meu afastamento do cargo, silenciei sobre minha condição de asilada política, pois eu ainda estava me documentando. Além disso, eu ainda tinha bens no país, e era necessário salvaguardá-lo". Ela diz que está documentada com a perseguição que sofreu, em especial originada no ministro Alexandre de Moraes, do CNJ e do Tribunal de Justiça de Minas Gerais e apresentou denúncia às autoridades americanas.      

Ela afirmou, nas redes sociais, que "irá apresentar uma denúncia à Comissão Interamericana de Direitos Humanos contra os membros do STF por crimes contra a humanidade. Também serão denunciados no polo passivo o Min. Luis Felipe Salomão, do Conselho Nacional de Justiça, e os desembargadores que compõem o Órgão Especial do Tribunal de Justiça de Minas Gerais". Disse mais: "Já estou em contato com juristas e jornalistas americanos. Espero, daqui de fora, fazer o que vocês não podem fazer daí". Esclareceu que tem documentos de contas bloqueadas e ataques do STF para entregar à Justiça no exterior. Ela foi aposentada compulsoriamente da Vara de Infância e Juventude de Unaí/MG, pelo CNJ em fevereiro/2022, em dois processos disciplinares. Um dos processos deveu-se às críticas formuladas ao inquérito das fake news e o outro pelo desleixo na gestão dos processos, descumprindo deveres básicos de seu cargo e ausência no local de trabalho. Ela obteve projeção, depois de usar as redes sociais, nos anos de 2020 e 2021, para criticar ministros do STF e incentivar aglomeração durante a pandemia da covid-19. 


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