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domingo, 10 de dezembro de 2023

LULA ENGANA, QUANDO ALEGA IMPEDIR INVASÃO DA GUIANA

O ditador da Venezuela, Nicolas Maduro, deu um surto psicótico e com um simples estalar de dedos propôs a anexação de parte de outra nação à Venezuela. O ditador apressou-se para exibir nas redes de televisão um mapa com a incorporação da Guiana de Essequibo. A criação de novo estado da Venezuela, foi aprovado pela Assembleia Nacional que alterou a Lei Orgânica para "legalizar" a medida; e o Projeto foi aprovado à unanimidade. O homem nem esperou a tomada violenta do poder, pois a primeira providência foi no sentido de conceder licenças para a petroleira PDVSA iniciar com a "extração imediata" de petróleo na região. A proposta mirabolante do ditador extrapolou as fronteiras e os Estados Unidos já disponibilizou militares na Venezuela para acompanhar a pretensa invasão do ditador. O Exército brasileiro ampliou seu contingente militar na fronteira com os dois países, mas nada sugere que Lula tenha interesse em impedir a fúria do ditador pela ampliação da riqueza do país em petróleo. Neste sentido. O presidente da Guiana, Irfaan Ali, denunciou ao mundo a "ameaça direta" de Maduro e levará a crise para ser resolvida pelo Conselho de Segurança da ONU.

O x do problema situa-se na eleição do próximo ano e Maduro quer permanecer no Poder; para tanto já começou a perseguir seus opositores; o procurador-geral da Venezuela, Tarek William Saab, emitiu ordem de prisão contra 13 líderes da oposição e entre os perseguidos estão o ex-candidato à presidência e líder Juan Guaidó, o ex-prefeito Leopoldo López, Carlos Vecchio e outros. A líder María Corina Machado, que foi vencedora das primárias para a eleição de 2024 foi alijada da pretensão. Maduro poderá decretar estado de exceção para atacar o país vizinho e, em manobra jurídica adiaria o pleito indefinidamente. Afinal, ele partiu o Poder com os militares, que o sustentam no cargo.  



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