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segunda-feira, 6 de maio de 2024

ISRAEL HUMILHA PALESTINOS ANTES DE MATAR

O Exército de Israel, antes de matar, promovem todo tipo de humilhação aos palestinos e a principal reside nas determinações para sair de uma área e deslocar para outra e, às vezes, voltar para o ponto anterior, num vai e vem que configura humilhação antes do morticínio que é praticado contra idosos, mulheres e crianças. Israel, anteriormente, ordenou a retirada dos palestinos do norte de Gaza, eles rumaram para o sul, onde fica Gaza, para não morrer, seguindo orientação do Exército agressor. Agora, a ofensiva direciona-se para Rafah, de onde deverão sair em torno de 100 mil palestinos. O acordo de cessar-fogo, mediado pelo Qatar, Egito e Estados Unidos não obteve resultado; o Hamas e Tel Aviv discutem também acerca de tréguas combates com troca de palestinos, em prisões de Israel, por reféns, sequestrados e mantidos em cativeiro pelo Hamas, desde o início da guerra. 

O entendimento torna-se difícil porque o Hamas reclama fim da guerra após a liberação dos reféns, mas Israel não aceita, porque pretende continuar matando mais palestinos, quase que indefesos, ante o poderio militar do seu Exército. Os negociadores prosseguem, em Doha, buscando meios para pelo menos diminuir os ataques quase diários dos bombardeios israelenses. O primeiro-ministro israelense, que tem sangue nos olhos, afirma que nada impedirá a pretensão dos seus homens em invadir Rafah. Binyamin Netanyahu sabe que em Rafah reside mais da metade da população de Gaza, mas nada disso impede o derramamento de sangue.


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