Pesquisar este blog

sexta-feira, 2 de outubro de 2026

FLÁVIO DIZ QUE É PRECISO ACABAR COM AS "AMARRAS AMBIENTAIS"


Flávio Bolsonaro defende flexibilizar regras ambientais e ampliar a exploração de recursos naturais. 
Em vídeo de campanha, afirmou que é preciso acabar com as “amarras ambientais”. Entre suas propostas estão mineração, exploração de terras raras e legalização do garimpo. O senador também defende atividades econômicas em territórios indígenas. Em agosto, criticou regras ambientais que, segundo ele, dificultam resorts e mineração. Flávio também relativizou o aquecimento global, associando-o a eventos extremos e cíclicos. Em abril, prometeu não demarcar novas terras indígenas, repetindo posição de Jair Bolsonaro. Seu plano de governo não utiliza os termos “mudança climática” ou “aquecimento global”. O documento, porém, prevê zerar o desmatamento ilegal até 2029 e promete combater queimadas e fortalecer fiscalização e monitoramento. Flávio propõe reduzir a estrutura dos órgãos ambientais e ampliar a transparência das ONGs. Defende ainda investimentos em novas atividades econômicas e ampliação do saneamento. Na exploração de minerais críticos, aceita investimentos estrangeiros e participação indígena. Já a campanha de Lula associa minerais estratégicos à soberania nacional. Lula defende políticas de enfrentamento à emergência climática e ao aquecimento global. Seu programa prevê alcançar o desmatamento líquido zero até 2030 e propõe fortalecer leis ambientais, fiscalização e monitoramento por satélite. O programa lulista defende metas de descarbonização e adaptação às mudanças climáticas. Na questão indígena, Lula propõe ampliar a destinação de terras públicas e territórios protegidos. Sobre petróleo, defende exploração com maiores cuidados socioambientais e transição energética.

No Pará, uma lei permitiu a presença de pecuaristas em área indígena com povos isolados. PF e MPF investigam fazendeiros suspeitos de atuar de forma coordenada contra indígenas. Em Roraima, candidatos ao Senado defendem diferentes formas de regularização do garimpo. Plínio Valério critica os chamados “cadeados ambientais” e defende regularizar a atividade. Chico Rodrigues classificou como “paranoia dos ambientalistas” parte das críticas ao garimpo.
Outros candidatos também defendem a não demarcação de terras indígenas e a exploração mineral. Especialistas defendem combinar fiscalização ambiental com mecanismos de desenvolvimento sustentável. A avaliação apresentada é que alternativas econômicas podem aumentar o apoio à preservação. O debate eleitoral evidencia diferenças entre flexibilização ambiental, proteção e exploração econômica. As propostas dos candidatos apresentam visões distintas sobre clima, mineração, floresta e terras indígenas. 

Nenhum comentário:

Postar um comentário