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quinta-feira, 19 de março de 2026

RADAR JUDICIAL


PREVISÕES DE VIDENTE: ASSASSINATO DE TRUMP

Durante entrevista ao programa Chupim em 12 de março, a vidente Chaline Grazik fez previsões alarmantes para 2026. Ela descreve o ano como marcado por forte tensão global e incertezas além da política e economia. Segundo suas visões, líderes mundiais enfrentariam cenários críticos e decisões delicadas. Entre os alertas, ela menciona um suposto assassinato de Donald Trump. A ameaça, segundo a vidente, viria de alguém próximo, indicando traição. Esse evento poderia gerar grande instabilidade interna nos Estados Unidos. Chaline também prevê uma guerra de grandes proporções em 2026. Ela afirma que países já estariam se preparando para um conflito global. Sobre o Brasil, aponta acordos internacionais que podem gerar dependência econômica. China e Alemanha buscariam o país com promessas de crescimento e empregos. No entanto, haveria risco de endividamento e pressão externa sobre o governo. Apesar do tom alarmante, as previsões são subjetivas e não possuem comprovação científica. 


ECONOMIA AMERICANA ESTÁ FRACA

O economista de Donald Trump considerou a economia americana fraca. EJ Antoni foi indicado para liderar o Bureau of Labor Statistics (BLS). Assegurou que o país não suporta petróleo a US$ 100 por barril. Ele alertou sobre impactos da guerra no Irã, especialmente no aumento dos preços ao consumidor. A inflação estaria pior do que o esperado e a economia mais fraca do que o previsto. As declarações ocorreram antes da reunião do Federal Reserve. Antoni destacou que energia barata ajudou em 2025, mas agora os preços altos pressionam a inflação. Trump indicou Antoni em agosto, mas retirou a indicação um mês depois e escolheu Brett Matsumoto. A manifestação veio após renúncia no governo, ligada à guerra no Irã. Os preços dos combustíveis agravam preocupações econômicas, a exemplo do PIB de 2025 foi revisado de 1,4% para 0,7%. A economia perdeu 92 mil empregos. Revertendo ganhos recentes. Antoni criticou a falta de crescimento. E atacou a credibilidade do BLS. 


IRÃ E AS "CIDADES DE MÍSSEIS"

O Irã mantém complexos militares subterrâneos chamados “cidades de mísseis”, usados para armazenar, fabricar e lançar armamentos estratégicos. Essas bases são controladas pela Guarda Revolucionária Islâmica e são centrais na defesa do país. Elas ficam em regiões montanhosas, como Zagros e Alborz, o que dificulta sua detecção. Muitas estão a até 500 metros de profundidade e são altamente protegidas contra ataques. O tamanho e a estrutura renderam o apelido de “cidades”. Possuem sistemas próprios de energia, água e purificação de ar. Também contam com alojamentos para militares permanecerem por meses. Túneis extensos permitem o transporte interno de armamentos. O Irã afirma ter centenas dessas instalações espalhadas pelo país. Nelas são armazenados mísseis balísticos e de cruzeiro de curto e médio alcance. Alguns podem atingir até 2.000 km, alcançando países como Israel e Arábia Saudita. As bases são alvos prioritários, mas muitas ainda têm localização desconhecida.

MILEI AJUDA TRUMP EM GUERRA

A Casa Rosada confirmou que a Argentina pode enviar tropas ao Oriente Médio para apoiar os Estados Unidos em um possível conflito com o Irã. Segundo o porta-voz Javier Lanari, a ajuda dependerá de uma solicitação formal de Washington. Ele afirmou que qualquer assistência considerada necessária pelos EUA seria fornecida. A sinalização reflete o alinhamento do governo de Javier Milei com o de Donald Trump. Apesar disso, não há pedido oficial até o momento. A Argentina já participou da Guerra do Golfo nos anos 1990 com apoio naval aos EUA. Milei também voltou a criticar o Irã em discurso recente. Ele relembrou o atentado de 1992 contra a embaixada de Israel em Buenos Aires. O ataque deixou 22 mortos e mais de 200 feridos. Outro atentado em 1994 contra a Amia matou 85 pessoas. A Justiça argentina atribui ambos os ataques ao Irã e ao Hezbollah. Milei reafirmou apoio a Israel e aos valores do Ocidente.

TRUMP VINGA DE ASSESSOR QUE DEIXOU O CARGO

O FBI abriu investigação contra Joe Kent, ex-diretor do Centro Nacional de Contraterrorismo, por suposto vazamento de informações sigilosas. Segundo fontes, o inquérito já estava em andamento antes de sua renúncia. Kent deixou o cargo por discordar da guerra no Irã. O caso veio à tona após esforço do governo Trump para desacreditá-lo. Durante a gestão Trump, críticos foram alvo frequente de investigações. Em carta, Kent afirmou que o Irã não representava ameaça iminente. Ele atribuiu o conflito à pressão de Israel e seu lobby nos EUA. Sua saída expôs divisões entre republicanos sobre a guerra. Trump criticou Kent, dizendo que foi bom ele ter saído. Em entrevista a Tucker Carlson, Kent elogiou Trump, mas manteve críticas. Ele defendeu limitar ações de Israel e evitar escalada do conflito. Kent também é acusado de promover teorias da conspiração sem provas.

Salvador, 19 de março de 2026.

Antonio Pessoa Cardoso
Pessoa Cardoso Advogados.  

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