Países estão adotando medidas para enfrentar a crise de petróleo causada por conflitos no Oriente Médio. Após ataques ao Irã em 28 de fevereiro, o tráfego no estreito de Hormuz foi afetado. Cerca de 20% do petróleo e gás mundial passa por essa rota. Os preços da commodity dispararam globalmente. No Sri Lanka, quartas-feiras viraram feriado para economizar combustível. Escolas, universidades e repartições públicas fecham nesse dia. Transporte público é reduzido, mas serviços essenciais continuam. O país já havia iniciado racionamento de combustível. A distribuição agora depende do número final da placa dos veículos. A medida busca reduzir filas nos postos pela metade. O Sri Lanka gastou US$ 4 bilhões em derivados de petróleo no ano passado. O país tem 22 milhões de habitantes e apenas uma refinaria. Outros países também adotaram medidas emergenciais: Índia proibiu uso de GLP doméstico por quem tem gás encanado. Também priorizou abastecimento residencial e reduziu uso industrial. Coreia do Sul ampliou uso de carvão e energia nuclear. Avalia vouchers para famílias vulneráveis.
China suspendeu exportações de combustíveis refinados. Também liberou fertilizantes de reservas nacionais. Austrália liberou combustíveis de reservas internas. Japão pediu aumento de fornecimento de GNL à Austrália. União Europeia flexibiliza regras para importação de gás. Itália avalia reduzir impostos sobre combustíveis. Malásia aumentou subsídios para manter preços estáveis. Tailândia negocia compra de petróleo e limita preços do diesel. Filipinas aumentam uso de carvão e controlam tarifas de energia. Brasil eliminou impostos federais sobre o diesel. Egito fixou preço do pão não subsidiado. Etiópia ampliou subsídios de combustível.
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