KEIKO FUJIMORI É A NOVA PRESIDENTE DO PERUA candidata de direita Keiko Fujimori aparece como vencedora da eleição presidencial do Peru após abrir vantagem considerada irreversível sobre o esquerdista Roberto Sánchez em uma das disputas mais acirradas da história recente do país. Com 99,86% das urnas apuradas, Keiko somava 50,118% dos votos, contra 49,882% de Sánchez, uma diferença superior a 43 mil votos. Restam pouco mais de 39 mil votos a serem contabilizados, insuficientes para reverter o resultado. Os números oficiais serão confirmados nos próximos dias pelo órgão eleitoral. Sánchez, porém, afirmou que não reconhecerá um eventual governo de Keiko e promete recorrer a instâncias internacionais, alegando irregularidades na votação realizada no exterior. O Júri Nacional de Eleições rejeitou o pedido de anulação desses votos. A missão da União Europeia avaliou que o pleito ocorreu de forma tranquila e organizada. Se confirmada, a vitória marcará o retorno do fujimorismo ao poder mais de 20 anos após a queda do ex-presidente Alberto Fujimori. Keiko assumirá em 28 de julho, em meio a um cenário de instabilidade política no país.

EUTANÁSIA EM CRIANÇA NA HOLANDA
Holanda confirmou o primeiro caso de eutanásia em uma criança com menos de 12 anos, o primeiro desde que a prática passou a ser permitida para essa faixa etária em 2024. O caso veio a público durante apresentação de relatório da ministra da Saúde Sophie Hermans ao parlamento. Segundo o documento, a família solicitou o procedimento no fim de 2025 e ele foi autorizado após avaliação médica. A identidade, idade exata e condição de saúde da criança não foram divulgadas. A lei exige sofrimento insuportável, doença incurável e ausência de alternativas terapêuticas, além de consentimento dos pais. Mesmo legalizada, a prática nessa faixa etária continua sendo, em princípio, crime, dependendo de análise posterior. Após o procedimento, o caso é avaliado por comissão que pode arquivar ou encaminhar para investigação. A Holanda legalizou a eutanásia em 2002, inicialmente apenas para adultos, com regras rigorosas. Em 2024, o país ampliou a permissão para crianças de 1 a 12 anos em casos terminais e irreversíveis. Antes disso, apenas adolescentes de 12 a 17 anos podiam ser incluídos, com consentimento dos responsáveis. A eutanásia difere do suicídio assistido, pois neste o próprio paciente administra a substância letal. O tema segue legal em poucos países e continua gerando intenso debate ético e jurídico no mundo.

PROFESSORA DIZ SER CRIADORA DO PIX
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