Em recurso ao STF, a defesa alegou fragilidade das provas e uso de delações contestadas. Reportagens mencionaram mensagens de procuradores indicando articulação de novas ações contra investigados. Essas mensagens sugeriam estratégias de pressão para obtenção de acordos de leniência. Também havia referências a possíveis ações para acelerar processos envolvendo a empresa Jurong. O material indicaria alinhamento entre membros da força-tarefa e decisões judiciais. Em 2020, o juiz Luiz Antonio Bonat condenou Esteves e outros réus no caso. A defesa sustenta que houve perseguição e conluio entre acusação e magistratura. A advogada do empresário afirma que a acusação foi injusta e sem base em provas consistentes. Em outro processo ligado à “lava jato”, Esteves e sua esposa foram absolvidos por falta de provas em 2022. Eles haviam sido acusados de integrar organização criminosa ligada a crimes na Petrobras. Também responderam por suposto embaraço a investigação em operação policial de 2015. O casal chegou a ser condenado em primeira instância e o empresário ficou preso por três meses. Posteriormente, o TRF-4 reverteu a condenação e absolveu ambos. O tribunal entendeu que não havia prova suficiente para caracterizar o crime. A decisão final reforçou a ausência de elementos que sustentassem a acusação original.
Nenhum comentário:
Postar um comentário