Daryl Kimball, da Associação para o Controle de Armas, destacou que o Irã já é legalmente proibido de desenvolver armas nucleares e defendeu a redução do enriquecimento para níveis compatíveis com uso civil, sob supervisão da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA). Outro ponto delicado envolve o Estreito de Ormuz. O Irã garantirá passagem gratuita de navios por 60 dias, mas pretende cobrar taxas posteriormente, alegando soberania sobre a rota estratégica. No Líbano, persistem divergências. O especialista Nicholas Blanford avalia que o acordo enfrenta obstáculos porque não exige a retirada de tropas israelenses, condição defendida por Teerã. Segundo ele, a permanência de Israel em território libanês pode comprometer a implementação do pacto.
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