Quando a Anthropic anunciou um modelo de IA considerado poderoso demais para uso público, citou 11 empresas dos EUA para formar um grupo de defesa. Em duas semanas, o modelo Mythos desencadeou uma corrida global inédita na área. Segundo a empresa, ele consegue identificar e explorar falhas em sistemas de bancos, redes elétricas e governos, tornando-se um ativo geopolítico estratégico. O acesso foi restrito aos EUA e ao Reino Unido, gerando preocupação internacional. Autoridades alertam para riscos cibernéticos sem precedentes. O Banco da Inglaterra falou em abertura total do risco digital. O Banco Central Europeu passou a avaliar defesas de bancos. O Canadá comparou o impacto a uma crise no Estreito de Hormuz. Rússia e China viram o modelo como sinal de desvantagem tecnológica. Um veículo russo chegou a classificá-lo como “pior que uma bomba nuclear”. Especialistas afirmam que a liderança em IA traz vantagens geopolíticas desproporcionais. Avanços passam a ser tratados como testes de armas, não apenas produtos. Governos buscam entender funcionamento e riscos dessas tecnologias. Para analistas, o acesso à IA está se tornando uma questão geopolítica. O episódio é visto como alerta para políticas públicas globais. Até o governo dos EUA demonstrou preocupação com possíveis usos militares.
O CEO Dario Amodei reuniu-se com a Casa Branca. A empresa restringe o acesso por segurança.Mais de 40 organizações críticas testam o sistema. Entre elas estão Amazon, Apple e Microsoft. Essas empresas ajudam a corrigir vulnerabilidades encontradas. Não há previsão de liberação ampla do modelo. A Anthropic afirma receber pressão global por acesso. A expectativa é que modelos similares surjam em até 18 meses. Há investigação sobre possível acesso não autorizado ao Mythos. A cooperação internacional em IA é considerada mínima. Não existem acordos globais comparáveis aos nucleares. Países e empresas disputam liderança enquanto cresce a divisão tecnológica, com dependência de gigantes como Google e OpenAI.
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