Eduardo responde à acusação de tentar interferir no julgamento da trama golpista, processo que levou à condenação de seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, a 27 anos de prisão. Segundo as investigações, ele atuou junto ao governo Trump para pressionar por sanções contra autoridades brasileiras em reação ao julgamento. O caso será analisado nesta terça-feira pela Primeira Turma do STF. Na segunda-feira, Moraes rejeitou pedido da Defensoria Pública da União (DPU) para adiar o julgamento até que o colegiado voltasse a ter cinco integrantes. O ministro ressaltou que o regimento exige apenas três ministros para a realização das sessões e que a atual composição atende ao quórum necessário. Também destacou que, em ações penais, eventuais empates beneficiam o réu. Atualmente, a Primeira Turma é formada por Moraes, Flávio Dino, Cristiano Zanin e Cármen Lúcia, após a aposentadoria de um de seus integrantes e a rejeição, pelo Senado, do nome indicado para a vaga.
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