terça-feira, 7 de julho de 2026

POLÍTICA DE TRUMP AFRONTA A SERIEDADE DA COPA 2026


A Copa do Mundo de 2026 registrou 13 expulsões em 93 partidas até o duelo entre Espanha e Portugal, pelas oitavas de final. Entre todos os jogadores punidos, apenas o atacante Folarin Balogun, dos Estados Unidos, teve a suspensão automática cancelada pelo Comitê Disciplinar da Fifa. A entidade informou que não anulou o cartão vermelho aplicado pelo árbitro brasileiro Raphael Claus, mas apenas suspendeu os efeitos da punição com base no artigo 27 do Código Disciplinar, alegando "circunstâncias específicas" e as provas disponíveis. A Fifa não explicou por que Balogun recebeu tratamento diferente dos demais expulsos. O caso ganhou repercussão após o presidente dos EUA, Donald Trump, admitir que telefonou ao presidente da Fifa, Gianni Infantino, para pedir a liberação do atacante. Trump também chamou Raphael Claus de "suspeito", levando a CBF a defender publicamente a integridade do árbitro.

Infantino afirmou que explicou a Trump que o caso seria analisado pelos órgãos judiciais independentes da Fifa. Dos 13 expulsos, oito cumpriram suspensão automática. Themba Zwane, da África do Sul, recebeu a punição mais severa, com três jogos de suspensão. Três atletas foram eliminados antes de cumprir a pena, Jarell Quansah ainda cumprirá suspensão nas quartas de final, e Balogun foi o único beneficiado com a suspensão da punição.

 

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