Pesquisa do jornal Asahi Shimbun mostra que 72% da população apoia uma mulher como imperadora. Mesmo assim, os conservadores rejeitam essa possibilidade, defendendo a manutenção da sucessão exclusivamente masculina e patrilinear. O projeto também prevê o retorno de descendentes de antigos ramos aristocráticos excluídos da família imperial em 1947, após a Segunda Guerra Mundial. Embora os adotados não possam se tornar imperadores, permanece em debate se seus futuros filhos terão direito à sucessão. Especialistas alertam que elevar cidadãos comuns ao status de príncipes pode comprometer a aceitação da monarquia. O imperador Naruhito defendeu uma solução que conte com apoio da opinião pública, enquanto setores conservadores seguem tratando a sucessão masculina como um princípio inegociável.